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	<title>Vestindo a Cena &#187; Prêmios</title>
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	<description>Espaço para reflexão sobre os elementos cênicos que “vestem” um espetáculo</description>
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		<title>PROJETO FIGURINOS RADICAIS (EXTREME COSTUME) &#8211; PQ11</title>
		<link>http://vestindoacena.com/2010/06/22/projeto-figurinos-radicais-extreme-costume-pq11/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 12:43:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosane</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Quadrienal de Praga]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros colegas,
 
devido à alta procura nas inscrições de trabalhos e pesquisas para o Projeto Figurinos Radicais, continuaremos recebendo inscrições de trabalhos e complementação de material até o dia 23/06, às 18h (por e-mail pq11@abric.org.br ou pessoalmente na Rua Rui Barbosa, 201 &#8211; Bela Vista, em horário comercial).
 
Ajude-nos a divulgar que a corrida brasileira para a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros colegas,<br />
 <br />
devido à alta procura nas inscrições de trabalhos e pesquisas para o Projeto Figurinos Radicais, continuaremos recebendo inscrições de trabalhos e complementação de material até o dia 23/06, às 18h (por e-mail <a href="mailto:pq11@abric.org.br">pq11@abric.org.br</a> ou pessoalmente na Rua Rui Barbosa, 201 &#8211; Bela Vista, em horário comercial).<br />
 <br />
Ajude-nos a divulgar que a corrida brasileira para a Quadrienal de Praga 2011 já começou!!!!</p>
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		<title>PROJETO FIGURINOS RADICAIS &#8211; QUADRIENAL DE PRAGA 2011</title>
		<link>http://vestindoacena.com/2010/06/10/projeto-figurinos-radicais-quadrienal-de-praga-2011/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 17:40:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adereços]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Dança]]></category>
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		<description><![CDATA[Caros colegas,
a corrida brasileira para a Quadrienal de Praga 2011 começou!!!!
Os temas das Mostras Nacional, de Escolas e Arquitetura estão sendo definidos até o fim do mês e serão divulgados em breve.
Mas o propósito deste post é para apresentar o Projeto Figurinos Radicais, que abre um espaço diferenciado para os figurinos nesta Quadrienal. O tempo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros colegas,</p>
<p>a corrida brasileira para a Quadrienal de Praga 2011 começou!!!!</p>
<p>Os temas das Mostras Nacional, de Escolas e Arquitetura estão sendo definidos até o fim do mês e serão divulgados em breve.</p>
<p>Mas o propósito deste post é para apresentar o <strong>Projeto Figurinos Radicais</strong>, que abre um espaço diferenciado para os figurinos nesta Quadrienal. O tempo é curto, mas temos certeza de que encontraremos trabalhos muito significativos para fazer representar as artes de nosso país.</p>
<p>Se você possui algum traje desenvolvido nos últimos três anos e que se insira na proposta de novos materiais, uso e conceitos apresentada abaixo, mande para o contato abaixo <strong><span style="color: #ff0000;">até o dia 20 de junho</span></strong>!!!</p>
<p>Se você não possui um trabalho, mas assistiu a uma criação brasileira bem bacana que acredita se inserir na proposta do projeto, mande a dica para o e-mail <a href="mailto:pq11@abric.org.br">pq11@abric.org.br</a>!</p>
<p><strong>Ajude a divulgar encaminhando esta mensagem para a sua lista de amigos</strong>.</p>
<p> &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p> <a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/06/LOGO-PQ.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1165" title="LOGO PQ" src="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/06/LOGO-PQ.jpg" alt="LOGO PQ" width="554" height="75" /></a></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="445" valign="top">
<p align="center"><strong><span style="color: #000080;">PROJETO FIGURINOS RADICAIS – QUADRIENAL DE PRAGA 2011</span></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="center"><strong></strong> </p>
<p>Como parte da Mostra competitiva dos países e regiões da <strong>Quadrienal de Praga 2011: Espaço e Design Cênico</strong> o projeto Figurinos Radicais (Extreme Costume) será uma exposição de trajes, vídeos e fotos, assim como apresentações e discussões.</p>
<p>O projeto vai criar espaço para que trajes de encenações sejam retirados de seu contexto original e sejam olhados em “<em>close up</em>“ como uma arte autônoma com qualidades individuais. Os projetos apresentados vão incluir trabalhos de teatro bem como outros trabalhos artísticos para performance (por exemplo, arte visual ou midiática), usados no teatro como parte dos componentes da performance e nas artes visuais como objetos, elementos de ação ou ambientação. Apenas projetos criados para apresentações <em>ao vivo</em> serão apresentados; originalmente “habitados“ por ser humano ou boneco.</p>
<p>Neste projeto, o material propriamente dito será encarado como meio, não só com o objetivo de apresentar os mais inovadores materiais, mas também seu uso e significado no âmbito da <em>performance</em>. Assim, enquanto a exposição vai oferecer um espaço bem concebido e iluminação especial para que os costumes individualmente possam “falar por eles mesmos”, os curadores nacionais também foram encorajados pela PQ a fornecerem fotos adicionais, vídeos, material escrito e de áudio para ajudar a “contar a história” dos trajes individuais dentro do recorte temático da exposição.</p>
<p>Os materiais radicais e o uso dos materiais dos trajes devem contar novas histórias sobre figurino e sua função na <em>performance</em> ao vivo. Os novos materiais podem incluir qualquer um além dos tradicionais tecidos, como fibras nano ou papel biodegradável, bem como metais especiais, plástico ou mesmo a luz como figurino. “Radicais (Extreme)” quer dizer: diferente, outro, fora do comum, ousado, inesperado, surpreendente, preciso, cósmico, virtual, intocável, degradável, brilhante, dolorido, doloroso, voador, extravagante, detestável, nojento, deformado etc.</p>
<p>Os curadores nacionais estão convidados a propor projetos de design de figurino e artistas para a curadora do projeto da PQ, Simona Rybakova. A escolha será bem seletiva já que o espaço permite apenas de 25 a 30 trajes. Cada país pode propor até cinco trajes e os projetos não devem ter mais de seis anos (2005 a 2010).</p>
<p>Os projetos que não forem selecionados para o projeto Figurinos Radicais (Extreme Costume) poderão ser apresentados pelos curadores nacionais na mostra dos países, desde que de acordo com a temática proposta por esta Seção.</p>
<p><strong>Quem poderá se inscrever:</strong> projetos criados para apresentações ao vivo, em teatro ou outras artes, originalmente “habitados“ por ser humano ou boneco, realizados entre 2005 e 2010, e que estejam dentro da proposta explicada acima.</p>
<p><strong>Data máxima para recebimento dos trabalhos</strong>: <strong><span style="color: #ff0000;">20 de junho de 2010</span></strong></p>
<p><strong>Resposta da curadoria nacional</strong>: 30 de junho de 2010</p>
<p><strong>Resposta da curadoria da PQ</strong>:<strong> </strong>30 de setembro de 2010</p>
<p><strong>Abertura da exposição</strong>: 16 a 26 de junho de 2011</p>
<p><strong>Seleção dos melhores trabalhos</strong>: A coordenadora do projeto Figurinos Radicais, Rosane Muniz, fará a organização dos trabalhos que se inserem na proposta apresentada para que o comitê curatorial da PQ seja convidado a fim de avaliar os trabalhos e selecionar os que serão enviados à Praga (de um a cinco trabalhos). A curadora do projeto da PQ, Simona Rybakova, e sua equipe farão a escolha dos trabalhos enviados, podendo escolher de nenhum a cinco por país, já que há espaço para somente de 25 a 30 trajes na exposição final. Todos os melhores trabalhos selecionados estarão no catálogo brasileiro que será publicado em Praga.</p>
<p><strong>Enviar</strong>: Fotos, vídeos (youtube, vídeocassete ou DVD), áudio, descrição textual (de preferência, no máximo de 150 palavras – que já é o formato final a ser enviado para a PQ) e tudo que o autor julgar necessário para o entendimento da sua proposta para cada traje.</p>
<p>E-mail: <a href="mailto:pq11@abric.org.br" target="_blank">pq11@abric.org.br</a></p>
<p>Correio regular: Rua Rui Barbosa 201 – Bexiga – São Paulo – SP – 01326-010</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Os trabalhos devem ser recebidos até de 20 de junho de 2010!</span></strong></p>
<p>A organização da PQ nacional será responsável pelos custos de envio dos trajes e material selecionados para Praga.</p>
<p><strong>Atenção: </strong>os materiais enviados não precisam ter qualidade final para exibição em Praga em 2011 e o texto não precisa ter uma revisão acurada, pois nessa fase eles servirão como objeto de apresentação para a seleção dos trabalhos. Quanto mais informações, melhor, é claro.</p>
<p><strong>Onde? </strong>O projeto Figurinos Radicais (Extreme Costumes) acontecerá no Exhibition Hall H (Espaço ArtMinus Cinema) no Palácio Veletrzni. Fotos estão disponíveis em  <a href="http://www.pq.cz/en/veletrzni-palace.html" target="_blank">http://www.pq.cz/en/veletrzni-palace.html</a>.</p>
<p>A mostra é competitiva e faz parte dos jurados Erich Wonder (cenógrafo austríaco e professor na Akademie der Bildensen Künste de Viena), Monika Pormale (cenógrafa e figurinistas da Latívia), Viliam Docolomanský (diretor da Eslovaquia e República Checa), Felice Ross (iluminador israelense), Arata Isozaki (arquiteto, cenógrafo, curador, teórico e designer japonês), Carmen Romero (diretora do Festival de Teatro Santiago a Mil, no Chile), Marvin Carlson (teórico de teatro e performance americano), Brett Bailey (diretor, dramaturgo, cenógrafo e figurinista da África do Sul) e Kevin Purcell (compositor, sonoplasta e maestro australiano). Para ver um resumo dos currículos dos jurados acesse <a href="http://www.pq.cz/en/pq-jury.html" target="_blank">www.pq.cz/en/pq-jury.html</a></p>
<p>Para mais informações, antes do prazo final, você pode entrar em contato com Rosane Muniz, coordenadora do Projeto Figurinos Radicais no Brasil, bem como com a equipe OISTATBr, responsável pela organização da PQ no Brasil, pelo e-mail <a href="mailto:pq11@abric.org.br" target="_blank">pq11@abric.org.br</a>. O curador brasileiro da PQ11 é Antonio Grassi.</p>
<p><strong></strong> <a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/06/REGUA.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1167" title="REGUA" src="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/06/REGUA.jpg" alt="REGUA" width="571" height="191" /></a></p>
<p><strong>Abraços,</strong></p>
<p><strong>Rosane Muniz</strong></p>
<p>Jornalista e Pesquisadora</p>
<p><strong>membro da ABrIC/OistatBr</strong></p>
<p><strong>Coordenadora do Projeto Figurinos Radicais – PQ11</strong></p>
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		<title>Oscar de melhor figurino 2010</title>
		<link>http://vestindoacena.com/2010/03/09/oscar-de-melhor-figurino-2010/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 02:37:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosane</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Oscar]]></category>
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		<description><![CDATA[
Todos já devem estar sabendo que a vencedora do Oscar de melhor figurino 2010 foi Sandy Powell, especialista em trajes históricos, pelo filme The Young Victoria, no qual retrata a juventude da rainha que ficou mais tempo no poder.

 Além de destacar a elegância com a qual ela subiu ao palco para receber sua estatueta (que vestido maravilhoso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/03/OSCAR-2010-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1041" title="OSCAR 2010-1" src="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/03/OSCAR-2010-1.jpg" alt="OSCAR 2010-1" width="573" height="414" /></a></p>
<p>Todos já devem estar sabendo que a vencedora do Oscar de melhor figurino 2010 foi <strong>Sandy Powell</strong>, especialista em trajes históricos, pelo filme <em>The Young Victoria</em>, no qual retrata a juventude da rainha que ficou mais tempo no poder.</p>
<p><a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/03/OSCAR-2010.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-1038" title="OSCAR 2010" src="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/03/OSCAR-2010.bmp" alt="OSCAR 2010" width="596" height="817" /></a><a href="http://divadiz.com/2010/03/08/look-oscars-2010/"></a></p>
<p> Além de destacar a elegância com a qual ela subiu ao palco para receber sua estatueta (que vestido maravilhoso é esse??? Não consegui descobrir de quem é. Provavelmente ela mesma desenhou), vale destacar seu discurso:</p>
<p>&#8220;Já tenho duas dessas em casa, então estou me sentindo ganaciosa&#8230; rs&#8230; Mas queria dedicar este Oscar aos figurinistas que não fazem filmes sobre monarcas mortos, mas que trabalham em filmes contemporâneos. Eles trabalham duro, com verbas curtas. Isso é pra vocês, mas hoje eu é que vou levar pra casa&#8230; rsrsrs&#8221;</p>
<p><a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/03/OSCAR-2010-SANDY-2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1040" title="OSCAR 2010-SANDY-2" src="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/03/OSCAR-2010-SANDY-2-235x300.jpg" alt="OSCAR 2010-SANDY-2" width="235" height="300" /></a><a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/03/OSCAR-2010-SANDY.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1039" title="OSCAR 2010-SANDY" src="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/03/OSCAR-2010-SANDY-242x300.jpg" alt="OSCAR 2010-SANDY" width="242" height="300" /></a></p>
<p>Alguns sites e jornais ingleses acharam &#8220;equivocado&#8221; ela comentar que já tinha duas estatuetas e que sentia-se gananciosa em uma noite de &#8220;falsas modéstias&#8221;. Afinal, agora Powell (indicada oito vezes, com três prêmios) tem mais Oscars que Meryl Streep (indicada 16 vezes, com dois prêmios) e que Robert de Niro!!</p>
<p>Já havíamos comentado no<strong> vestindoacena</strong> que no seu discurso como vendedora do Bafta dedicou o prêmio à memória da “insubstituível” Annie Hadley, responsável pelo corte da maioria dos figurinos de seus filmes e que teve em <em>A Jovem Vitória</em> seu último trabalho. No Oscar, ela agradeceu (fora do palco) novamente à Annie e também aos seus assistentes. Mas, ao receber a estatueta, valeu ter lembrado das criações para filmes contemporâneos. Quem sabe agora Collen Atwood ganha ano que vem pelos figurinos de <em>Alice no País das Maravilhas,</em> depois de ter perdido por <em>Nine</em> e pelo belíssimo trabalho de <em>Swenney Todd</em>?</p>
<p> <a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/03/young-victoria-11.PNG"><img class="aligncenter size-full wp-image-1049" title="young victoria 1" src="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/03/young-victoria-11.PNG" alt="young victoria 1" width="255" height="152" /></a><a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/03/young-victoria-2.JPG"><img class="aligncenter size-full wp-image-1043" title="young victoria 2" src="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/03/young-victoria-2.JPG" alt="young victoria 2" width="254" height="199" /></a></p>
<p>Powell teve cerca de 400 mil dólares para criar o trabalho de <em>Young Victoria</em>. Parece muito, mas ela diz que &#8220;não foi ridículo, mas não foi um dos maiores valores&#8221; com o qual trabalhou. Com o também premiado <em>The Aviator</em>, ela teve cerca de um milhão de dólares. </p>
<p>Para ela, o figurino mais difícil e trabalhoso que fez foi para <em>Gangs de Nova York</em> (2002), pois foi uma produção constante, que durou mais de um ano, com novas ideias e criações a todo momento. Vale a pena conferir em DVD.</p>
<p>Imaginem que Powell também cita o problema de não ter arquivo. Geralmente as roupas são vendidas depois do filme terminar. Uma pena. Ela tenta fazer sua pequena coleção, como possível.</p>
<p>Quer saber mais sobre a figurinista Sandy Powell? Visite os links abaixo.</p>
<p>Discurso de agradecimento:Entrevista com Sandy Powell <a title="Entrevista com Sandy Powell" href="http://enchantedserenityperiodfilms.blogspot.com/2010/03/sandy-powell-video-interview.html" target="_blank">no blog Enchanted Serenity of Period Films</a></p>
<p>Veja matéria com Sandy Powell durante a <a title="Reuters" href="http://in.reuters.com/news/video?videoChannel=103&amp;videoId=51976312&amp;refresh=true" target="_blank">abertura da exposição de figurinos</a> em Los Angeles (FIDM &#8211; Leia mais em posts anteriores do <a href="http://www.vestindoacena.com">www.vestindoacena.com</a> sobre o Oscar)</p>
<p>Perdeu a entrega do Oscar? Veja vídeo com Sarah Jessica Parker e Tom Ford <a title="OSCAR 2010 - entrega Melhor Figurino" href="http://ishare.rediff.com/video/others/the-oscar-for-the-best-costume-design-the-young-victoria-sandy-powell-/1287848" target="_blank">anunciando e entregando o prêmio de melhor figurino</a> para Sandy Powell</p>
<p><a title="Agradecimento Sandy Powell-Oscar 2010" href="http://www.youtube.com/watch?v=ci4QWc_2Oew" target="_blank">Veja o agradecimento de Powell ao prêmio</a> nos bastidores</p>
<p><strong>Enviado por Rosane Muniz</strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>FIGURINO NO OSCAR &#8211; CADERNO 2</title>
		<link>http://vestindoacena.com/2010/03/06/figurino-no-oscar-caderno-2/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 03:01:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço para Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Figurino]]></category>
		<category><![CDATA[Na midia]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmios]]></category>

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		<description><![CDATA[Não conseguiu comprar o jornal ontem? Então clique na imagem abaixo para ampliar e leia a análise sobre os figurinos indicados ao Oscar. Se preferir, leia o texto corrido, logo abaixo. Agucem o olhar e bons filmes!

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Cinco figurinos nota dez
Entenda do &#8216;corte-e-costura&#8217; de cada um dos concorrentes à estatueta da categoria
Fausto Viana e Rosane Muniz
 
A importância do figurino na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não conseguiu comprar o jornal ontem? Então clique na imagem abaixo para ampliar e leia a análise sobre os figurinos indicados ao Oscar. Se preferir, leia o texto corrido, logo abaixo. Agucem o olhar e bons filmes!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/03/10-03-05-OSCAR-D6.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-997" title="10-03-05-OSCAR-D6" src="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/03/10-03-05-OSCAR-D6-169x300.jpg" alt="10-03-05-OSCAR-D6" width="229" height="361" /></a><a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/03/10-03-05-OSCAR-D7.jpg"><img class="size-medium wp-image-998  aligncenter" title="10-03-05-OSCAR-D7" src="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/03/10-03-05-OSCAR-D7-168x300.jpg" alt="10-03-05-OSCAR-D7" width="227" height="361" /></a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p> </p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><strong>Cinco figurinos nota dez</strong></p>
<p>Entenda do &#8216;corte-e-costura&#8217; de cada um dos concorrentes à estatueta da categoria</p>
<p align="center">Fausto Viana e Rosane Muniz</p>
<p> </p>
<p>A importância do figurino na construção de um personagem é inquestionável, sua colaboração para torná-lo crível, também. Mas engana-se quem pensa que a melhor indumentária é aquela que se destaca e, muitas vezes, torna-se tudo o que pode ser lembrado no filme. Neste caso, geralmente algo de ruim aconteceu no total da produção. A concorrente ao Oscar de melhor figurino 2010, Sandy Powell, figurinista de <em>Jovem Vitória</em>, lembra que um dos desejos dos bons profissionais é “fazer com que o figurino visualmente funcione com o resto do filme”. Os trajes, naturalmente, não suprem a interpretação, mas ao dar suporte aos atores, colaboram – e muito – com a história a ser contada.</p>
<p> Um item que une todos os indicados ao Oscar é a intimidade aparente em cena dos personagens com a criação de seus trajes. Em <em>Chanel</em>, a costura é praticamente a protagonista, enquanto em <em>Brilho de Uma Paixão</em> é o suporte da personagem principal. Em <em>Nine</em>,<em> </em>é a confidente e homenageada figurinista, já em <em>Dr. Parnassus</em> revela-se no interior do camarim de um teatro itinerante e nas diversas adaptações dos figurinos. No filme <em>A Jovem Rainha</em> poderia estar mais presente se houvesse uma cena de Vitória escrevendo em seu diário sobre as vestes usadas na coroação, ou ainda desenhando seu vestido de casamento ou os trajes das damas de honra, como de fato o fez na vida real. Mas está lá, no vestir e despir diários e no trabalho das camareiras.</p>
<p> Ao conferir os concorrentes no quesito figurino, também é possível observar um bom panorama do vestuário ao longo do tempo. A sugestão é começar com <em>Brilho de uma Paixão</em>, que se passa no início do século 19, mais especificamente entre 1818 e 1821, quando o poeta John Keats morre.</p>
<p> <strong> </strong></p>
<p><strong>O brilho de uma paixão</strong></p>
<p><strong> </strong>A importância da moda neste filme inglês já fica estabelecida desde os primeiros takes, com uma agulha entrando e saindo do tecido, o que remete às tramas do destino e às três irmãs que tecem, esticam e cortam o fio da vida. Pois é a morte, diretamente relacionada ao personagem principal. O grande amor deve morrer, mas como ficam idealizadas as roupas que darão vida às histórias contadas sobre eles no cinema?</p>
<p> A personagem Frances Brawne, a quem Keats dedica seu poema Bright Star, é a <em>fashionista</em> do filme. Sabe-se que, em uma carta ao irmão, o poeta descreveu Fanny como “bonita, elegante, graciosa, estranha (&#8230;)”. No filme, ela cria seus próprios trajes, elaborando detalhes de golas e bordados e tem um quê de Coco Chanel, a quem antecede em quase um século. Inclusive, ela desafia os homens quando diz que o que faz é belo e lhe traz dinheiro, ao contrário do que a poesia lhes oferece. O que pode ser uma forma dos ingleses, subliminarmente, atiçarem a antiga rixa entre a moda inglesa e a francesa.</p>
<p> O fato é que as roupas do personagem parecem deslocadas mesmo quando analisadas dentro de uma ótica histórica – são peças estranhas, muitas vezes estruturadas em moldes diferentes do comum à época. A figurinista Janet Patterson, indicada pela quarta vez ao Oscar (uma delas foi pelo filme <em>O Piano</em>, com direção da mesma Jane Campion), explica que usou como princípio criativo uma homenagem ao modo como jovens mulheres se comportam hoje. Fanny, na sua concepção, está experimentando peças que só poderá usar nesta fase de sua vida, com padrão próprio de estética e beleza. Até Keats a descreveu como “estranha”, mas o que muitas vezes parece é que seus trajes soam extremamente desengonçados – exceção ao vestido prateado de gola alta com que ela vai ao baile. Patterson revelou que Fanny teria se inspirado em um pavão para que o personagem se recriasse. Outra boa exceção é o vestido cor de rosa que, por ser de linho muito leve, parece se desmanchar quando ela e o amante são surpreendidos pela chuva.</p>
<p> Na contramão, o jovem Keats usa roupas velhas, desgastadas e uma casaca azul, marca registrada do personagem. Ele bem dizia que seus poemas, hoje reconhecidos entre os melhores do romantismo inglês, não tinham valor nenhum. Sua roupa mostra como ele se vê. Há uma cena poética em que ele sobe em uma árvore toda florida e sua figura desgastada ganha uma dimensão espiritual.</p>
<p>  </p>
<p><strong>A Jovem Vitória </strong></p>
<p> A inglesa Sandy Powell concorre e tem grande chance de sair vencedora também no Oscar, afinal já venceu o Prêmio da Associação de Figurinistas (CDG) na categoria de figurinos de época. Esta é sua oitava indicação, sendo que já possui duas estatuetas, entre elas está a linda criação de <em>Shakespeare Apaixonado </em><em>(</em>1999).</p>
<p> Neste trabalho, Powell deve agradar tanto aos interessados em reconstruções históricas (o filme se passa basicamente entre 1836 e 1861), como aos que adoram materiais inovadores para a composição dos figurinos. Seu maior desafio foi fazer uma quantidade enorme de trajes com um montante limitado e, mesmo assim, fazê-los parecerem suntuosos e da realeza. “Eram coisas demais para criar, pouco tempo e muito pouca verba”, declarou. Como não tinham diamantes para aplicar nas roupas, nem bordados para cobrir enormes superfícies de tecidos caros, a solução foi pintar tudo a mão, em um verdadeiro revival do trompe l’oeil que foge aos olhos do espectador comum. Não é, portanto, uma criação como as dos filmes de Lucchino Visconti, que exigia perfeição e reconstrução dos trajes nos mínimos detalhes.</p>
<p> O manto de coroação, por exemplo, foi feito começando completamente do zero, iniciando pelo tecido. Foi o traje que levou mais tempo para ser finalizado. Comprou-se um tecido que tinha uma linha metálica dentro e que foi desgastado até alcançar o exato tom dourado, depois o complexo bordado do manto original foi recriado por estampagem e pintura a mão.</p>
<p> Powell visitou o acervo real no Palácio de Kensington e teve a chance de ver alguns vestidos de uso diário, o manto da coroação e o vestido de casamento. Ficou impressionada com o tamanho minúsculo dos trajes de Vitória, que “pareciam roupas de criança”.</p>
<p> Visualmente, a formação da futura Rainha é dividida em duas partes no filme: ainda muito jovem, antes de assumir o trono, quando é a mãe quem a dirige e impõe roupas de aspecto infantil ao seu trajar. E o momento de destaque, quando ela toma as rédeas do próprio destino e passa a se vestir de maneira elegante e sofisticada, com trabalhos de costura mais elaborados. Albert também tem seu momento de glória visual: quando consta no script que “entra tão bonito como o amanhecer”, Powell o veste sexy como os homens da época, como se estivesse cavalgando, com calças justas, botas de cano alto e um belo paletó. O resultado é impactante.</p>
<p> </p>
<p><strong>Coco antes de Chanel</strong></p>
<p> No mundo colorido dos trajes, quem se destaca entre os candidatos é Chanel – a personagem, não o filme – exatamente por optar pelo sóbrio e se destacar pela simplicidade das formas e conforto. É o início do século 20 e o percurso da pré-Chanel (enquanto marca mundial) apresenta uma bem pensada aventura de moda. Não é do mito Chanel que o roteiro trata, e sim da formação desse mito.</p>
<p> Desde o começo do filme, ainda no colégio interno, o figurino é determinante para marcar o contraste entre a pobreza das órfãs como Chanel, com os trajes ricos e vermelhos das meninas que recebiam visitas dos pais. Mais tarde, na juventude, ela é obrigada a vestir roupas que apertam e impedem o movimento e aí começa seu incômodo. Durante o dia, trabalha e sobrevive como costureira, mas é na função extra de cantora de cabaré noturno que conhece o futuro amante, ao entoar a cançoneta que vai lhe dar o nome da fama: Quem viu Coco? O cachorrinho que não aparece, mas deixa o nome e a melodia grudados em nossa memória.</p>
<p> Muito interessante é a cena em que ela vai à praia e vê os pescadores com suas blusas íntimas listradas, absolutamente confortáveis, e não hesita em criar para si roupas semelhantes na estampa. Seria uma revolução na moda! E os cortes masculinos que ela vai construindo aos poucos, a partir do armário do amante, são sensacionais. Cada peça masculina vira uma nova experiência na mão da hábil costureira Chanel, como na festa à fantasia em que ela aparece de “menino” ou quando sai à rua atrás de Boy vestindo um pijama de seda bege. Cada riscar de tecido com o giz torna-se uma poesia.</p>
<p> Assim como na peça de teatro, o filme mostra a conhecida escada de espelhos do ateliê de Chanel, com modelos vestidas por suas famosas criações descendo os degraus, enquanto, sentada, uma melancólica e bem sucedida estilista ganha destaque em preto e branco.</p>
<p>  </p>
<p><strong>Nine</strong></p>
<p> Lembra que falamos de quando se deseja que o figurino visualmente funcione com o resto do filme? Por acaso é o que acontece com o figurino de <em>Nine</em>: funciona perfeitamente com a direção do também coreógrafo Rob Marshall – que se inspirou em Fellini ampliando a característica musical do roteiro de 8 ½ – porém se destaca demais pelo deslumbre, como de praxe na linguagem de show biz que ele deu à película.</p>
<p> 8 ½ é um marco na história do cinema contemporâneo – um dos filmes que mais tentaram copiar. Nine sobe meio ponto no título para, com uma grande coleção de estrelas, tentar impressionar. Todos são brilhantes, individualmente &#8211; coletivamente não funcionam. Os trajes são bonitos, bem-feitos, adequados a cada uma das belezas que adornam o filme. Mas são espetaculosos e se restringem aos números musicais que estão intercalados na ação.</p>
<p> A “jornalista” Kate Hudson aparece em um número que mais parece um clip da MTV, vestida com cristais Swarowski, em um traje de cinco quilos, muito parecido com o usado por sua mãe Goldie Hawn no início de carreira. Ela descreve o filme em duas palavras: “um show!” A estonteante Penelope Cruz vestiu corseletes feitos à mão com rendas antigas e um conjunto feito com tecidos vintage e uma estola de peles feita por Dennis Basso. Nicole Kidman, que deveria ser a musa inspiradora do cineasta, surge com um vestido de tafetá de seda com casaco de peles, também de Basso. Para viver a prostituta Saraghina, corseletes apertados e uma bota que a cantora do Black Eyed Peas relatou desta forma: “Um cara mediu cada polegada da minha bunda e fez botas especiais para eu dançar. Na verdade, me fez repensar nos sapatos que uso quando estou em turnê”. Marion Cotillard dá um show de atuação e seu figurino no musical <em>Take it All</em> (concorrente ao Oscar de trilha sonora) revela sua transformação. Ela ajudou a criar os trajes da esposa do cineasta, uma mistura de peças vintage e customizadas, que deram a ela uma elegância típica do anos 1950 e 60. A homenagem ao papel da figurinista, representada por Judy Dench, é um grande presente à classe.</p>
<p> Colleen Atwood já fez inúmeros filmes, peças e, com o diretor de <em>Nine</em>, Rob Marshall (que, inclusive, acaba de ganhar um prêmio especial da Associação de Figurinistas como colaborador), ganhou dois Oscars: <em>Chicago</em> (2003) e <em>Memórias de uma Gueixa</em> (2006). Seu esplendoroso trabalho em <em>Sweeney Todd</em> concorreu ao Oscar em 2008, mas perdeu para <em>Elizabeth – a era de ouro</em><em>.</em><em> </em></p>
<p><em> </em>Como <em>Nine </em>é o favorito<em> </em>para o prêmio segundo os analistas da moda, a figurinista tem chance de vencer, mas sua terceira estatueta pode vir só no Oscar 2011 com o filme <em>Alice no País das Maravilhas</em>, que já chama a atenção para os quesitos direção de arte e figurino. No Moma de Nova Iorque, a exposição com o trabalho de Tim Burton vai até 26 de abril (<a href="http://www.moma.org/interactives/exhibitions/2009/timburton/">http://www.moma.org/interactives/exhibitions/2009/timburton/</a>). Já a mostra com o acervo de 40 objetos do filme – que é dividida em quatro alas e conta até com animadores caracterizados – viaja por vários países promovendo o filme.  </p>
<p><strong>O Imaginarium do Dr. Parnassus</strong></p>
<p> Quem nunca havia sido indicada ao Oscar e desta vez conseguiu entrar na lista foi Monique Prudhomme, com o filme que também concorre na direção de arte<em>.</em> </p>
<p> A figurinista disse que os trajes mais desafiadores foram os usados pelos atores quando estão representando no palco, inspirado em teatros barrocos dos séculos 16 e 18, assim como os figurinos. Suas outras criações estão divididas entre o mundo real (de uma Londres contemporânea, mas ao mesmo tempo de um período indeterminado) e o imaginário (da alucinação).</p>
<p> O conceito de partida foi dado pelo diretor: Dr. Parnassus é imortal. Desta forma, ela criou os trajes como se eles fossem sendo retirados de caixas antigas, de coisas que ele foi acumulando ao longo de séculos, dos diversos países pelos quais viajou. Mas como ele é muito pobre, está sempre fora da moda, na Londres atual. Assim, Prudhomme misturou países e estilos, mas acima de tudo, muitos materiais, tecidos e texturas riquíssimas em detalhes, brocados, muitas camadas&#8230; e processo de desgaste e envelhecimento. O Dr. Parnassus, por exemplo, tem quimonos japoneses, detalhes de peças indianas, calças chinesas, refletindo uma riqueza folclórica cultural que os trajes do ocidente, segundo ela, não têm.</p>
<p> Trabalhando com o que ela chama de “composição”, o processo da figurinista foi parecido com o do teatro, juntando diversas peças antigas e novas, executando trajes apenas quando necessário. As roupas usadas pelo personagem Tony foram todas desenhadas para ele e feitas por Verne Troyer, inclusive o terno branco. O vestido do “imaginário” branco de ninfa dançarina, usado por Lily do outro lado do espelho, também foi criado para ela.</p>
<p><strong>Enviado por </strong><strong>Rosane Muniz</strong></p>
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		<title>FIGURINO NO OSCAR</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 19:10:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço para Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Figurino]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmios]]></category>

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		<description><![CDATA[INDICADOS AO OSCAR 2010
Domingo tem Oscar e prêmios de melhor figurino, direção de arte, maquiagem, entre outros. Leia no Caderno 2, do jornal O Estado de S.Paulo, de hoje (05 de março), uma análise minha e do Fausto Viana sobre os indicados ao prêmios de melhor figurino. Abaixo, um pouco mais de reflexão nossa e complemento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1><span style="color: #800080;">INDICADOS AO OSCAR 2010</span></h1>
<p>Domingo tem Oscar e prêmios de melhor figurino, direção de arte, maquiagem, entre outros. Leia no Caderno 2, do jornal <strong>O Estado de S.Paulo</strong>, de hoje (05 de março), uma análise minha e do Fausto Viana sobre os indicados ao prêmios de melhor figurino. Abaixo, um pouco mais de reflexão nossa e complemento ao nosso texto no jornal.</p>
<p>Na corrida, temos <strong><span style="color: #993366;">Brilho de uma Paixão</span> </strong>que também foi indicado ao BAFTA, mas perdeu para <span style="color: #993366;"><strong>A Jovem Vitória</strong></span><em>,</em> outro figurino de época, realizado pela figurinista <strong>Sandy Powell</strong>, especialista em trajes históricos.</p>
<p>Para ela, a opção por outros materiais não soa tão difícil como seria para quem não entende de formas, das finalidades de um traje e de sua inserção em períodos históricos. Segundo a figurinista, as roupas têm uma força dentro da trama graças à experiência prévia dos atores em usar figurinos clássicos, que exigem postura corporal e adequação dos padrões interpretativos. O cuidado com a roupa íntima é notável, bem com o acabamento dos vestidos, a maioria de seda. Vencedora do BAFTA, no seu discurso dedicou o prêmio à memória da “insubstituível” Annie Hadley, responsável pelo corte da maioria dos figurinos de seus filmes e que teve em <span style="color: #000000;"><em>A Jovem Vitória</em> </span>seu último trabalho. Não se trata de uma bolsa de apostas, mas se há poucas fichas para jogar, melhor fazê-lo aqui.</p>
<p>Também concorre <strong><span style="color: #993366;">Coco Antes de Chanel</span></strong><em>,</em> com trabalho da<em> </em>figurinista <strong>Catherine Leterrier</strong>, que já trabalhou em muitas reconstruções de época (tb!) e ganhou dois Césares. Com mais de 35 anos de carreira, diz-se que não se importou de ter o diretor criativo da Maison Chanel, Karl Lagerfeld, supervisionando suas criações. Apesar de o grande ganhador do prêmio francês ter sido <em>O Profeta</em>, desta vez Leterrier perdeu o César para outro filme sobre Chanel: <em>Coco Chanel &amp; Igor Stravinsky</em>, com figurinos de Chattoune &amp; Fab, que se passa pouco depois de <em><span style="color: #000000;">Coco Antes de Chanel</span></em>, em 1913. O filme não deve ser o vencedor do Oscar, mas, como processo criativo da estilista, é imperdível.</p>
<p><strong><span style="color: #993366;">Nine</span> </strong>é o favorito<em> </em>para o prêmio segundo os analistas da moda. A figurinista tem chance de vencer, mas pode ser que tenha que esperar até 2011 com os figurinos de <em>Alice no País das Maravilhas</em>, que estreia em breve nos cinemas brasileiros e já chama a atenção. No Moma de Nova Iorque, <a title="Faça um tour virtual pela exposição" href="http://www.moma.org/interactives/exhibitions/2009/timburton/" target="_blank">a exposição </a>com o trabalho de Tim Burton vai até 26 de abril. Há também uma mostra com o acervo de 40 objetos do filme - dividida em quatro alas e com animadores caracterizados &#8211; excursionando por vários países (veja fotos e comentários em inglês da exposição <a title="JIM HILL BLOG" href="http://jimhillmedia.com/blogs/jim_hill/archive/2009/07/27/disney-s-alice-in-wonderland-exhibit-gets-ready-to-wander-the-globe.aspx" target="_blank">aqui neste blog</a>)</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><span style="color: #993366;">O Imaginário do Dr. Parnassus</span></strong></span>, que esteve em cartaz em São Paulo na Mostra de Cinema, ano passado, indicou, pela primeira vez, <strong>Monique Prudhomme</strong>, com o filme que também concorre na direção de arte<em>.</em> Desbancou <em>Sherlock Holmes</em> – ambos ambientados em uma Londres de época, com coletes, altos colarinhos, muita fumaça e carruagens puxadas a cavalo – e, não só entrou na corrida do Oscar como ganhou o Prêmio da Associação de Figurinistas (CDG) na categoria de figurinos para filmes de fantasia (derrotando <em>Avatar</em>, que concorria na mesma categoria), e o prêmio da imprensa (vencendo de <em>Chèri</em>, <em>Nine</em>, <em>A jovem Victoria</em> e <em>Chi Bi</em>).</p>
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<h1><span style="color: #800080;">Algumas ausências</span></h1>
<p>Quem apostou em <strong>Anna Sheppard</strong>, errou! Ela já concorreu  por <em>A Lista de Schindler</em> (1994) e <em>O Pianista (2003) </em>e agora estava cotada para concorrer com <em>Bastardos Inglórios.</em> Estava na lista do prêmio dos críticos, mas perdeu para <strong>Sandy Powell</strong>. Também se esperava poder ver <strong>Consolata Boyle</strong> pelos belos chapéus e trajes de Michelle Pfeiffer em seu retorno de <em>Chéri</em>, dirigida por Stephen Frears. Poderíamos ter visto <strong>Jenny Beavan</strong> com o já comentado <em>Sherlock Holmes</em>, que concorre na direção de arte. Houve até quem apostasse na indicação de <em>Avatar</em>, que apesar de ser criado em processo parecido, sua execução ainda levantará muita discussão entre o físico e o animado, entre as variações de movimentos, escalas e detalhes. Mas há uma grande ausência nos indicados a melhor figurino do Oscar 2010: <em>Preciosa</em>.</p>
<p>O filme tem um figurino que se pode dizer preciso, que atua pontualmente a cada cena. Não bastasse o retrato frio, nu e cru que traça do Harlem norte-americano dos anos 1980, o figurino ainda é a estrela dos grandes devaneios da mente da protagonista. Gigante para os padrões da moda e da beleza atuais, Preciosa<strong> </strong>sonha em ser estrela de filmes e programas dirigidos ao público negro e ter um namorado de pele clara.<strong> </strong></p>
<p><strong>Marina Draghici</strong> é a figurinista do filme que deu glamour às sequências de sonho de Preciosa, com vestidos vermelhos sensuais, vestido de bolinhas, capas, luvas, enfim, todos os elementos pertencentes ao mundo das celebridades magras. Um trabalho espetacular que concorreu ao CDG na categoria filme contemporâneo, mas perdeu para <em>Crazy Heart</em>.</p>
<p>Se sobrou glamour de estrelas em <em>Nine</em>, neste filme tem Lenny Kravitz e Mariah Carey. Porém, todos com trajes incrivelmente discretos. E isso é o que faz com que as cenas sejam boas. Porque a arte do figurino não sobrevive sozinha. Ela depende da equipe técnica, mas, sobretudo, do bom uso feito por bons atores.</p>
<p> </p>
<h3><span style="color: #800080;">Face a face com as medidas de sua atriz ou ator preferido</span></h3>
<p>Acontece em Los Angeles a 18ª exposição anual com os melhores figurinos do cinema, uma oportunidade para ver de perto mais de 100 trajes, com manequins autênticos à proporção dos atores que os vestiram. São cerca de doze filmes e dos indicados ao Oscar de melhor figurino só não faz parte da exposição os trajes de<em> Chanel</em>, propriedade da Maison Chanel, que não os liberou. O vencedor do Oscar 2008 na categoria, <em>A Duquesa</em>, também está na mostra, além de <em>Julie &amp; Julia</em>, <em>Star Trek </em>e o mais concorrido – necessitando até de segurança extra: o já épico <em>Titanic</em>.</p>
<p><em><span style="color: #993366;"><strong>Hollywood 2010: The Art of Motion Picture Costume Design</strong></span></em></p>
<p>Galeria do <em>Fashion Institute of Design &amp; Merchandising</em></p>
<p><strong>FIDM</strong></p>
<p>919 S. Grand Avenue &#8211; Los Angeles &#8211; CA &#8211; 90015</p>
<p>Terça a Sábado, das 10h às 16h.</p>
<p>Até 17/04. Entrada gratuita</p>
<p> </p>
<p><a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/03/10-03-05-OSCAR-D7.jpg"></a><a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/03/10-03-05-OSCAR-D6.jpg"></a><a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/03/10-03-05-OSCAR-D6.pdf"></a></p>
<p><a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/03/10-03-05-OSCAR-D6.jpg"></a></p>
<p><strong>Enviado por Rosane Muniz</strong></p>
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		<title>FIGURINO DE CINEMA 2010</title>
		<link>http://vestindoacena.com/2010/02/02/figurino-de-cinema-2010/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 17:51:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Figurino]]></category>
		<category><![CDATA[Na midia]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmios]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem gosta de acompanhar o desenvolvimento de figurinos no cinema está em polvorosa com tantos lançamentos e nesta fase pré-Oscar.
Muitas foram as suposições antes que saisse o anúncio de hoje com os verdadeiros concorrentes.

 
 Quem apostou em Anna Sheppard, errou! Ela já concorreu  por A Lista de Schindler &#8211; 1994 e O Pianista &#8211; 2003 e agora poderia ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/02/NINE.jpg"></a>Quem gosta de acompanhar o desenvolvimento de figurinos no cinema está em polvorosa com tantos lançamentos e nesta fase pré-Oscar.</p>
<p>Muitas foram as suposições antes que saisse o anúncio de hoje com os verdadeiros concorrentes.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/02/BASTARDOS-INGLORIOS.jpg"><img class="size-full wp-image-571      aligncenter" title="BASTARDOS INGLORIOS" src="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/02/BASTARDOS-INGLORIOS.jpg" alt="BASTARDOS INGLORIOS" width="450" height="305" /></a></p>
<p> </p>
<p> Quem apostou em <strong>Anna Sheppard</strong>, errou! Ela já concorreu  por <em>A Lista de Schindler</em> &#8211; 1994 e <em>O Pianista &#8211; 2003 </em>e agora poderia ter entrado na lista com <em>Bastardos Inglórios.</em> Estava na lista do prêmio dos críticos,  mas perdeu para <strong>Sandy Powell</strong>.</p>
<p> </p>
<p>A inglesa <strong>Powell</strong> concorre &#8211; e tem grande chance de sair vencedora também no Oscar - com a reconstrução de época do filme <em>Young Victoria</em>. Confira alguns trajes no <a title="SITE OFICIAL YOUNG VICTORIA" href="http://www.theyoungvictoria.co.uk/" target="_blank">site oficial</a>. Além de já ter concorrido oito vezes ao prêmio, saiu vencedora por <em>Shakespeare in Love</em> &#8211; 1999 e por <em>O Aviador</em> &#8211; 2005.</p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/02/YOUNG-VICTORIA.jpg"><img class="size-full wp-image-572      aligncenter" title="YOUNG VICTORIA" src="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/02/YOUNG-VICTORIA.jpg" alt="YOUNG VICTORIA" width="468" height="311" /></a></p>
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<p>Outra concorrente ao Oscar de melhor figurino é <strong>Catherine Leterrier</strong> por <em>Coco Antes de Chanel</em>, que também está na lista de concorrentes do prêmio inglês BAFTA, do prêmio da Associação de Figurinistas e do César, na França. Leterrier já trabalhou em muitas reconstruções de época e ganhou dois Césares. Com mais de 35 anos de carreira, não se importou de ter o diretor criativo Karl Lagerfeld supervisionando suas criações.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/02/COCO-CHANEL.jpg"><img class="size-medium wp-image-573    aligncenter" title="COCO CHANEL" src="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/02/COCO-CHANEL-300x200.jpg" alt="COCO CHANEL" width="300" height="200" /></a></p>
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<p>Acertou quem falou em <strong>Collen Atwood</strong> pelo musical <em>Nine</em>. Seu esplendoroso trabalho em <em>Sweeney Todd</em> concorreu ao Oscar em 2008. Era o meu voto no Oscar, mas quem ganhou foi Alexandra Byrne, com <em>Elizabeth &#8211; a era de ouro</em>. Em 2006, Atwood ganhou por <em>Memórias de uma Gueixa.</em></p>
<p style="text-align: center;"><em><img class="aligncenter" title="NINE" src="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/02/NINE.jpg" alt="NINE" width="400" height="400" /></em></p>
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<p>É a quarta nomeação de <strong>Janet Patterson</strong> ao Oscar (<em>Oscar e Lu</em>cinda &#8211; 1998, <em>Retrato de uma jovem</em> &#8211; 1997 e <em>O Piano</em> &#8211; 1994), desta vez com <em>Bright Star</em>, da mesma diretora de <em>O Piano</em>, Janet Campion. O filme se passa no início do século 19 e filmes de época têm grande chance. Então&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/02/BRIGHT-STAR.jpg"><img class="size-medium wp-image-575      aligncenter" title="BRIGHT STAR" src="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/02/BRIGHT-STAR-300x199.jpg" alt="BRIGHT STAR" width="394" height="242" /></a></p>
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<p> </p>
<p>Também se esperava ver <strong>Consolata Boyle</strong> pelos belos chapéus e trajes de Michelle Pfeiffer em seu lindo retorno de <em>Chéri</em>, dirigida por Stephen Frears. Mas quem nunca havia sido indicada ao Oscar e desta vez conseguiu entrar na lista foi <strong>Monique Prudhomme</strong>, por <em>O Imaginário de Dr. Parnassus</em>, filme que também concorre no quesito direção de arte<em>.</em> Prudhomme também está na lista do prêmio da Associação dos Figurinistas, no qual havia concorrido pelo trabalho de <em>Juno</em>, em 2008. Com <em>Dr. Parnassus</em> já derrotou <em>Chèri</em>, <em>Nine</em>, <em>A jovem Victoria</em> e <em>Chi Bi</em> no prêmio da imprensa (Sattelitte) distribuído em dezembro/2009. É ver pra escolher.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/02/DR.-PARNASSUS.jpg"><img class="size-full wp-image-576  aligncenter" title="DR. PARNASSUS" src="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2010/02/DR.-PARNASSUS.jpg" alt="DR. PARNASSUS" width="450" height="606" /></a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Não percam em breve a análise que farei com Fausto Viana sobre os indicados ao Oscar de melhor figurino para o Caderno 2, no jornal O Estado de S.Paulo.</p>
<p>E agora? Vamos ao cinema!!!</p>
<p><em> </em></p>
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		<title>TRABALHOS BRASILEIROS EM SEUL VI</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 17:41:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosane</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por conta da viagem ao Colóquio de Moda (que aconteceu no Recife na semana passada e no qual tivemos pela primeira vez Grupos de Trabalho específicos para reflexões sobre figurino), interrompemos a postagem das breves entrevistas, realizadas por e-mail, com os profissionais participantes do World Stage Design, que aconteceu no mês de setembro, em Seul.
Mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="web-ronald-teixeira4.jpg" href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2009/10/web-ronald-teixeira4.jpg"></a><a title="web-ronald-teixeira-apocali.jpg" href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2009/10/web-ronald-teixeira-apocali.jpg"></a><a title="web-ronald-teixeira-2.jpg" href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2009/10/web-ronald-teixeira-2.jpg"></a><a title="web-ronald-teixeira-3.jpg" href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2009/10/web-ronald-teixeira-3.jpg"></a>Por conta da viagem ao Colóquio de Moda (que aconteceu no Recife na semana passada e no qual tivemos pela primeira vez Grupos de Trabalho específicos para reflexões sobre figurino), interrompemos a postagem das breves entrevistas, realizadas por e-mail, com os profissionais participantes do World Stage Design, que aconteceu no mês de setembro, em Seul.</p>
<p>Mais a frente, escreveremos sobre o Colóquio. Agora fiquem com o papo com o figurinista e cenógrafo Ronald Teixeira:</p>
<p><a title="web-ronald-teixeira4.jpg" href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2009/10/web-ronald-teixeira4.jpg"><img style="width: 622px; height: 372px;" src="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2009/10/web-ronald-teixeira4.jpg" alt="web-ronald-teixeira4.jpg" width="622" height="372" /></a></p>
<p>Ronald Teixeira &#8211; cenografia &#8211; O Apocalipse Segundo Domingos de Oliveira &#8211; Casa de Cultura Laura Alvin &#8211; Rio de Janeiro (RJ) &#8211; 2008</p>
<p>Você foi curador da Mostra Nacional na última Quadrienal de Praga. O que significa agora expor em um evento internacional como o WSD?</p>
<p><span style="color: #800000;">Vibrei quando soube que havia sido selecionado, assim como outros cenógrafos brasileiros, para a Gallery Exhibition da World Stage Design 2009 &#8211; pois a participação do Brasil neste evento, nesta edição,  foi mais expressiva, com um maior número de participantes. Significa ter sido avaliado sobre uma perspecrtiva estética que alcança uma genuinidade com sua obra e com seu percurso de criação; seleção ocorrida entre um vasto número de inscritos pois tratou-se de observar individualmente cada participante e, não o conjunto que reúne as obras dos cenógrafos de um país como na Quadrienal de Praga.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span><span style="font-family: Times New Roman;"><a title="web-ronald-teixeira-apocali.jpg" href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2009/10/web-ronald-teixeira-apocali.jpg"><img style="width: 611px; height: 376px;" src="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2009/10/web-ronald-teixeira-apocali.jpg" alt="web-ronald-teixeira-apocali.jpg" width="611" height="376" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"> Qual o critério que você usou na escolha do trabalho inscrito, ou seja, qual o diferencial entre seus outros projetos?</p>
<p><span style="color: #800000;">Exatamente minhas últimas criações cenográficas que refletem inquietude e investigação e que alcançam grande diálogo com a estética dos figurinos (assinado conjuntamente com o cenógrafo Leobruno Gama) e com o desenho de iluminação  do Cadú Fávero, outro grande parceiro. Vale destacar que, neste espetáculo O Apocalipse segundo Domingos Oliveira, comemoro 15 anos de criação de cenários e figurinos para a obra do próprio Domingos, no cinema e no teatro. Parceria vivida intensamente dentro do<em> estado das delícias</em> promovido pelo diretor o que torna a obra bastante particular. Neste trabalho, Domingos Oliveira apresenta Deus em conflito, com questionamentos nada divinos, reunindo acidez e filosofia numa obra única no teatro brasileiro e, que obteve grande sucesso no RJ.</span></p>
<p> <span style="font-family: Times New Roman;"> <a title="web-ronald-teixeira-2.jpg" href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2009/10/web-ronald-teixeira-2.jpg"><img style="width: 624px; height: 349px;" src="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2009/10/web-ronald-teixeira-2.jpg" alt="web-ronald-teixeira-2.jpg" width="624" height="349" /></a></span></p>
<p>Você enviou algum material bidimensional ou tridimensional para a exposição ou serão exibidas imagens virtuais? Quais?</p>
<p><span style="color: #800000;">Enviei somente material virtual pois esta me pareceu ter sido a escolha da maioria dos participantes, o que me traz uma forte curiosidade para com o desenho da exposição que será instituído pela curadoria na Korea.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="color: red"> </span><span style="color: red"><a title="web-ronald-teixeira-3.jpg" href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2009/10/web-ronald-teixeira-3.jpg"><img style="width: 629px; height: 379px;" src="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2009/10/web-ronald-teixeira-3.jpg" alt="web-ronald-teixeira-3.jpg" width="629" height="379" /></a></span></p>
<p><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Tentaremos buscar imagens de como montaram a exposição para colocar aqui no blog.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>TRABALHOS BRASILEIROS EM SEUL III</title>
		<link>http://vestindoacena.com/2009/09/22/trabalhos-brasileiros-em-seul-iii/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 04:19:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosane</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

José Henrique Moreira- iluminação &#8211; O Processo, de Franz Kafka
Teatro Maison de France &#8211; Rio de Janeiro (RJ) – 2008
O que significa expor em um evento internacional como o WSD?

Significa, em primeiro lugar, ter o trabalho reconhecido fora do Brasil, que hoje tem seus &#8220;critérios de qualidade&#8221; determinados por uma aliança perniciosa entre produtores, críticos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><font face="Times New Roman"><a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2009/09/web-jose-henrique-a-pane.jpg" title="web-jose-henrique-a-pane.jpg"></a><a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2009/09/web-jose-henrique-o-processo.jpg" title="web-jose-henrique-o-processo.jpg"><img src="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2009/09/web-jose-henrique-o-processo.jpg" alt="web-jose-henrique-o-processo.jpg" style="width: 584px; height: 403px" height="945" width="1338" /></a></font></strong></p>
<p><font face="Times New Roman"></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><strong>José Henrique Moreira</strong>- iluminação &#8211; <em>O Processo</em>, de Franz Kafka</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Teatro Maison de France &#8211; Rio de Janeiro (RJ) – 2008</p>
<p><strong>O que significa expor em um evento internacional como o WSD?</strong></p>
<p></font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Significa, em primeiro lugar, ter o trabalho reconhecido fora do Brasil, que hoje tem seus &#8220;critérios de qualidade&#8221; determinados por uma aliança perniciosa entre produtores, críticos e as comissões de patrocínios e prêmios. </font><a title="OLE_LINK2" name="OLE_LINK2"></a><a title="OLE_LINK1" name="OLE_LINK1"></a><span><font face="Times New Roman">Na WSD, cada artista se inscreve com independência e sem necessidade de &#8220;chancela&#8221; de quem quer que seja, então ter sido selecionado por um júri internacional é um mérito inquestionável. Além disso, e de não menos importância, é a oportunidade de intercâmbio que só ocorre nos eventos presenciais, onde a observação das obras de todo o mundo se soma a troca pessoal de experiências entre os expositores.</font></span></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong><font face="Times New Roman">Qual o critério que você usou na escolha dos trabalhos inscritos, ou seja, qual o diferencial entre seus outros projetos?</font></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Dos últimos trabalhos de iluminação que realizei, sempre para espetáculos também sob minha direção, &#8220;A Pane&#8221; e &#8220;O Processo&#8221; foram os que tiveram carreiras mais longas e maior itinerância por diferentes cidades e casas de espetáculos. Isso é importante para o amadurecimento de um projeto de luz, porque a sequência de adaptações necessárias às novas condições em cada local vai filtrando o trabalho até o que lhe é essencial. O diálogo da iluminação com o espetáculo vai sendo cada vez mais integrado e necessário.</font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2009/09/web-jose-henrique-a-pane.jpg" title="web-jose-henrique-a-pane.jpg"><img src="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2009/09/web-jose-henrique-a-pane.jpg" alt="web-jose-henrique-a-pane.jpg" style="width: 495px; height: 818px" height="1619" width="1055" /></a></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman"><strong>José Henrique Moreira</strong> &#8211; iluminação &#8211; <em>A Pane</em>, de Friedrich Dürrenmatt</font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Teatro Villa-Lobos &#8211; Rio de Janeiro (RJ) – 2006</font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p><strong><font face="Times New Roman">Você enviou algum material bidimensional para a exposição ou serão exibidas imagens virtuais?</font></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Enviei somente as imagens para exibição em monitores digitais, como será a exposição de Seul. Cheguei a considerar o envio de gravações em vídeo de trechos dos espetáculos, mas a qualidade das fotografias é muito superior e traduz com maior fidelidade o efeito do trabalho.</font></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong><font face="Times New Roman">Quais os crédito<span style="color: navy">s</span> dos fotógrafos das fotos que me enviou?</font></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Todas são de Marcelo Carnaval, fotógrafo de &#8220;O Globo&#8221; que sempre chamo para registrar meus espetáculos. É uma parceria que já tem dez anos, então ele já conhece meus truques de diretor (e iluminador, claro), aproveitando os momentos mais interessantes com o faro de um fotojornalista. Aqui está uma questão importante que me parece pouco discutida: até que ponto o fotógrafo de um espetáculo não se torna também parte da equipe de criação?</font></p>
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		<title>TRABALHOS BRASILEIROS EM SEUL II</title>
		<link>http://vestindoacena.com/2009/09/20/trabalhos-brasileiros-em-seul-ii/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 02:39:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosane</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ 
Cássia Monteiro &#8211; figurino

La Careta que Cae (do Original Los Títeres de Cachiporra), de Frederico Garcia Lorca &#8211; Sala Paschoal Carlos Magno (UNIRIO) &#8211; Rio de Janeiro (RJ) – teatro 2007
O que significa expor em um evento internacional como o WSD?
Expor num evento como esse significa um reconhecimento extremamente prazeroso do trabalho que tivemos. Significa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2009/09/web-cassia-monteiro-rapaz.jpg" title="web-cassia-monteiro-rapaz.jpg"></a><a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2009/09/web-cassia-monteiro-cansa-almas-a-taberneira.jpg" title="web-cassia-monteiro-cansa-almas-a-taberneira.jpg"></a><a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2009/09/web-cassia-monteiro-rosita.jpg" title="web-cassia-monteiro-rosita.jpg"></a><font face="Times New Roman"><strong><a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2009/09/web-cassia-monteiro-rosita.jpg" title="web-cassia-monteiro-rosita.jpg"><img src="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2009/09/web-cassia-monteiro-rosita.jpg" alt="web-cassia-monteiro-rosita.jpg" style="width: 618px; height: 466px" height="768" width="978" /></a> </strong></font></p>
<p><font face="Times New Roman"><strong>Cássia Monteiro</strong> &#8211; figurino</font></p>
<p><font face="Times New Roman"><em></p>
<personname ProductID="La Careta" w:st="on"></personname>La Careta que Cae</em> (do Original <em>Los Títeres de Cachiporra</em>), de Frederico Garcia Lorca &#8211; Sala Paschoal Carlos Magno (UNIRIO) &#8211; Rio de Janeiro (RJ) – teatro 2007</font></p>
<p><font face="Times New Roman">O que significa expor em um evento internacional como o WSD?</font></p>
<p><span style="color: maroon"><font face="Times New Roman">Expor num evento como esse significa um reconhecimento extremamente prazeroso do trabalho que tivemos. Significa dividir com o mundo o que produzimos em nichos fechados &#8211; seja numa universidade, num teatro pequeno ou mesmo numa dimensão um pouco maior &#8211; mas ainda assim de âmbito nacional. Talvez, além dessa &#8220;divulgação&#8221;, ter paridade em qualidade com trabalhos de outros locais do mundo, sobretudo num evento que diz respeito à nossa área de atuação, dá estímulos a afirmar e valorizar ainda mais uma linguagem própria que contém em si uma identidade nacional-brasileira.</font></span></p>
<p><span style="color: maroon"></span><font face="Times New Roman">Qual o critério que você usou para a escolha do trabalho inscrito?</font></p>
<p><span style="color: maroon"><font face="Times New Roman">Além de ser um trabalho com o qual possuo uma afinidade imensa &#8211; pelo caráter lúdico &#8211; classifico como um trabalho vivo.</font></span><span style="color: maroon"></span><span style="color: maroon"></span><span style="color: maroon"></span><span style="color: maroon"></span><span style="color: maroon"><font face="Times New Roman"></p>
<personname ProductID="La Careta" w:st="on"></personname><em>La Careta</em><em> que Cae</em> é fruto de um trabalho universitário (UNIRIO) de um grupo teatral chamado <em>Grupo Milongas</em>, do qual faço parte desde a estréia desse espetáculo. Uma peça que tem sido constantemente reconhecida por sua particularidade identitária própria do surrealismo da obra do Lorca em comunhão com a brasilidade proposta pelo grupo. Nessa mistura, julgo ser o trabalho que melhor posso ter conseguido trazer ao figurino um ponto de intercessão interessante das propostas da cena e potencializar o próprio papel que um traje de cena poderia adquirir, principalmente no que se refere à identificação dos personagens.<span style="color: maroon"><font face="Times New Roman"><font face="Times New Roman" color="#000000">Você enviou algum material para a exposição ou serão exibidas imagens virtuais? </font></font></span></p>
<p><span style="color: maroon"></span><span style="color: maroon"><font face="Times New Roman"><font face="Times New Roman" color="#000000"><span style="color: maroon"><font face="Times New Roman">Embora eu quisesse muito enviar materiais tridimensionais, preferi restringir a exibição às imagens virtuais (tanto em pranchas com croquis quanto em fotografias diversas dos figurinos). Justamente pelo fato de que ainda é possível a remontagem deste espetáculo, fiquei com receio dos objetos serem extraviados no transporte, já que não poderia levá-los pessoalmente ao congresso. </font></span></font></font></span></p>
<p></font></span><span style="color: maroon"><font face="Times New Roman"><font face="Times New Roman" color="#000000"><span style="color: maroon"></span></font></font></span><span style="color: maroon"></span><span style="color: maroon"><font face="Times New Roman"><font face="Times New Roman" color="#000000"><span style="color: maroon"><font face="Times New Roman"><a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2009/09/web-cassia-monteiro-rapaz.jpg" title="web-cassia-monteiro-rapaz.jpg"><img src="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2009/09/web-cassia-monteiro-rapaz.jpg" alt="web-cassia-monteiro-rapaz.jpg" style="width: 299px; height: 455px" height="982" width="615" /></a><a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2009/09/web-cassia-monteiro-cansa-almas-a-taberneira.jpg" title="web-cassia-monteiro-cansa-almas-a-taberneira.jpg"><img src="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2009/09/web-cassia-monteiro-cansa-almas-a-taberneira.jpg" alt="web-cassia-monteiro-cansa-almas-a-taberneira.jpg" style="width: 288px; height: 459px" height="985" width="623" /></a></font></span></font></font></span><span style="color: maroon"><font face="Times New Roman"><font face="Times New Roman" color="#000000"> </font></font></span><span style="color: maroon"><font face="Times New Roman"><font face="Times New Roman" color="#000000"><span style="color: maroon"></span></p>
<p><span style="color: maroon"></span></p>
<p></font></font></span><span style="color: maroon">Fotos de Vivian Ribeiro</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>MEDALHA DE OURO EM SEUL</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 02:24:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosane</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Diretamente de Seul, o diretor José Henrique Moreira informa que a medalha de ouro da categoria Iluminação da exposição Internacional World Stage Design 2009 foi dada ao trabalho do artista brasileiro Beto Bruel por sua iluminação em Não Sobre o Amor, dirigido por Felipe Hirsch e com cenários de Daniela Thomas, além de Leonardo Medeiros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diretamente de Seul, o diretor José Henrique Moreira informa que a medalha de ouro da categoria Iluminação da exposição Internacional World Stage Design 2009 foi dada ao trabalho do artista brasileiro Beto Bruel por sua iluminação em <em>Não Sobre o Amor</em>, dirigido por Felipe Hirsch e com cenários de Daniela Thomas, além de Leonardo Medeiros e Arieta Corrêa no elenco.</p>
<p>&#8220;Queria um formato intimista no qual as pessoas pudessem criar uma relação de proximidade com a obra, sem se preocupar se estavam vendo teatro, literatura ou artes plásticas&#8221;, disse o diretor para o Guia da Folha, pouco antes da estréia em maios de 2008.</p>
<p><a href="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2009/09/beto-bruel.jpg" title="beto-bruel.jpg"><img src="http://vestindoacena.com/wp-content/uploads/2009/09/beto-bruel.jpg" alt="beto-bruel.jpg" /></a> </p>
<p>Parabéns, Beto Bruel!</p>
]]></content:encoded>
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