Archive for the ‘Em cartaz’ Category

Mais cinema…

Wednesday, February 3rd, 2010

Ok, talvez eu precise controlar minha admiração por Colleen Atwood, mas que seu trabalho é muito bom, isso é. Acabo de ver Nine e sua criação de figurino para o musical, inspirado em Fellini e já encenado na Broadway, é muito boa.

É claro que não tem a delicadeza de detalhes e metáforas dos trajes de Johnny Depp, em Sweeney Todd. O filme de agora não permite tanto. É outro estilo. Mais show businness! Mas vale a indicação ao Oscar, assim como a do prêmio da Associação de Figurinistas.

NINE

Marion Cotillard dá um show de atuação e seu figurino no musical Take it All (indicado ao Oscar de trilha sonora) revela sua trasnformação. A homenagem ao papel da figurinista, representada por Judy Dench, é um grande presente à classe.

Dos concorrentes ao Oscar, o único que não aparece em nenhuma das categorias de premiação no prêmio da Associação é o Brilho de uma Paixão. O resultado deste sairá no dia 25 de fevereiro, no Beverly Hilton Hotel, em Los Angeles. Além das categorias de seriados para TV (com duas categorias: época/fantasia e contemporâneo) filmes ou minisséries televisivas, no cinema concorrem:

Excelência em figurino de época – cinema

Coco Antes de Chanel (2009) – Catherine Leterrier

Julie & Julia (2009) – Ann Roth

Nine (2009) – Colleen Atwood

Sherlock Holmes (2009) – Jenny Beavan

Jovem Victoria (2009) – Sandy Powell

 

Excelência em figurino contemporâneo – cinema

(500) Dias de Verão (2009) – Hope Hanafin

Brüno (2009) – Jason Alper

Coração Louco (2009) – Doug Hall

Preciosa (2009) – Marina Draghici

Nas Nuvens (2009/I) – Danny Glicker

 

Excelência em figurino fantástico – cinema

Avatar (2009) – Mayes C. Rubeo; Deborah Lynn Scott

Star Trek (2009) – Michael Kaplan

O Imaginário do Dr. Parnassus (2009) – Monique Prudhomme

LACROIX E GALPÃO: ÚLTIMO DIA (SP)

Sunday, November 1st, 2009

LACROIX-DESDEMONA

 

Neste domingo termina a exposição de figurinos de Christian Lacroix na Faap: Trajes de Cena.

O acervo pertence ao Centro Nacional do Traje de Cena e da Cenografia, em Moulins, na França. E Lacroix é o Presidente honorífico do Centro francês.

A visita à exposição é fundamental não só para observar os desenhos, croquis e cerca de 100 figurinos do artista, mas também para conferir a execução cenográfica da mostra. Atente para os diferentes tecidos, cortes, texturas, volumes e tingimentos. E deixe para o fim a visita à área central. Vale à pena a surpresa.

Leia mais informações no site da Faap. O evento é gratuito e hoje (01/11/2009) é o último dia. Corra lá!

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GALPAO TILL

Hoje também é o último dia para ver o Grupo Galpão no Parque da Independência com o espetáculo Till, a Saga de um Herói Torto, às 20h. Mais um evento gratuito na cidade! Mais informações no site do grupo!!!

ALUNOS ENTREVISTAM FIGURINISTAS

Wednesday, October 28th, 2009

O Professor Fausto Viana propôs aos seus alunos de graduação do curso de Artes Cênicas da Escola de Comunicações e Artes da USP, na disciplina História da Cenografia e Indumentária II, que eles investigassem o processo criativo e de trabalho de figurinistas com espetáculos em cartaz na cidade de São Paulo.

Em seguida veio a proposta para que pudessem publicar o resultado de seus trabalhos aqui, no vestindoacena.com. Aceitamos de pronto, afinal é uma ótima oportunidade para entendermos um pouco mais sobre diferentes modos de trabalho na criação da indumentária teatral.

O primeiro resultado é a entrevista da aluna Mon Liu com a figurinista Telumi Helen e a produtora executiva Cristiani Zonzini sobre o espetáculo O Papa e a Bruxa, dos Parlapatões.

MON 1

* Para ver mais fotos e um trecho do espetáculo em vídeo, acesse o blog do grupo Parlapatões. Esta entrevista também se baseou na entrevista concedida por Telumi Helen ao grupo, no blog citado.

Mon Liu - Qual a sua formação?

Telumi Helen – Educação Artística, mas sempre fui voraz e fazia muitos cursos paralelos: artesanato, cinema de animação (teatro de bonecos), pintura, texturas, decoração de festas etc. Fiz também Lato Sensu em “Psicologia da Arte” que possui muita importância para a minha vida profissional. Iniciei na área por uma sincronicidade: fui atrás de um workshop de cenografia na Oficina Oswald de Andrade (era com o Rossi) e as vagas estavam preenchidas. Quando buscamos o nosso caminho, as portas se abrem: encontrei um amigo que estava fazendo dramaturgia no CPT e me levou lá, para ser entrevistada para cenografia, onde conheci o Serroni e o Antunes. Experimentava a arte de todas as formas e fui aprendiz, que é diferente de aluna. Onde me senti em casa: A Cenografia e os Figurinos eram do meu universo.

Mon Liu – Como aconteceu o seu envolvimento com o teatro em geral e com o espetáculo?

Telumi Helen – Foi por meio da formação e ensino do Serroni e do Antunes, que transmitem com tanta paixão a beleza, a força do pensamento, a interpretação, a expressão humana desta Arte (Teatro) que me permiti seguir por este caminho. Já possuo um trajeto nesta área, onde trabalho para o Espaço Cenográfico (com J. C. Serroni), em parcerias com outros cenógrafos e também individualmente, como para O Circo Roda Brasil (fundado em 2006), que é composto pela união dos grupos teatrais Parlapatões e Pia Fraus.

Mon Liu – Qual foi o processo de criação?

Telumi Helen – No meu processo de criação trabalho muito com croquis, traços, texturas e cores. Tento representar ao máximo a atmosfera da peça. Por exemplo, um ar leve pode ser obtido por veladura de uma aquarela e para situações mais dramáticas ou densas, posso usar pastel oleoso, etc. Esta forma de explanação faz parte de uma apresentação onde consigo transmitir para o diretor um pouco do universo que está sendo elaborado, onde já estão contidos símbolos e signos da linguagem do projeto.

No caso de O Papa e a Bruxa, pude participar de três leituras. A partir daí, comecei a elaboração dos figurinos e a desenhar. Por um curto prazo de tempo, a linguagem que foi proposta no segundo ou terceiro desenho já caminhou com entendimento em comum com a direção do Hugo Possolo e foi onde prossegui desenvolvendo o restante. (obs: o texto e a leitura já com estudos de interpretação me envolveram demais neste processo), por isso a fluidez.

Mon Liu – Como foi a participação da direção e atores na concepção do espetáculo?

Telumi Helen – Como grupo heterogêneo, diverso e humorado, a direção e os atores participam dando sugestões para a concepção e execução do espetáculo.

Mon Liu – Quais são as referências para o seu trabalho?

Telumi Helen – Quando ando pelas ruas percebo nas pessoas se um indivíduo é mais romântico, mais agressivo etc. E vejo outros sinais que não estão apenas nas vestes, mas no comportamento, na postura, na forma da configuração física e em tudo mais onde busco essa inspiração, observando o cotidiano (vivência) e pesquisando na psicologia, na história do homem, na história da arte, na filosofia, na antropologia etc.

Como é um tema que fala do Vaticano: sua austeridade, nobreza, rigor, firmeza e ao mesmo tempo de vícios, o modo de pensar foi que a temática não poderia vincular a nenhum tipo de preconceito de religião, de crenças e até mesmo de estilo.

Então, o próprio figurino do Vaticano é atemporal, o que nos permitiu fazer brincadeiras, como por exemplo, usar tênis junto aos hábitos. Buscando nas pesquisas, deparei com um site que trazia calendário dos padres sensuais do Vaticano, acredite se quiser. Hoje podemos encontrar batina pink para padres. Nesse levantamento, fiz também um levantamento da época medieval e a evolução até os dias de hoje.

O figurino desse espetáculo tenta transmitir isso, o hábito preto com colarinho branco, da época do renascimento, mas com um zíper, um pouco do nosso período. Na verdade, uma proposta que era pra facilitar na mudança de troca de figurinos virou um conceito: utilizando o zíper, o tênis, criando referências contemporâneas. Onde formou uma linguagem mais Pop Art.

Mon Liu – Como foi a execução do projeto?

Telumi Helen – O “storyboard” foi um orientador para estudos tipológicos, configurações, personalizações da indumentária de cada personagem, da expressão, movimentação cênica de cada ator com suas peculariedades.

A primeira prova: vem sempre acompanhado de ajustes, afinações para os ensaios iniciais com o figurino.

Foram de 38 a 50 figurinos. Mesmo com a gente brincando bastante e utilizando recursos contemporâneos, o realismo é imprescindível para esse espetáculo, pois o rigor do Vaticano com as vestimentas e objetos tem que ser levado a sério para este projeto. Usei uma réplica do tênis Nike dourado para a figura do Papa, todos possuem uma cruz diferente, detalhes únicos nos hábitos, tênis personalizados. A única coisa em comum é o zíper na frente, como símbolo do desnudamento para o humano.

Na parte técnica dos figurinos houve muitos detalhamentos para facilitação da agilidade e rapidez nas trocas das roupas, até mesmo nas brincadeiras mais ousadas do figurino, tem que ter uma leveza e praticidade ao mesmo tempo. Por exemplo, adereços de cabeça que os atores jogam pra cima, a peruca voando em cena e na hora que volta pra cabeça tem que estar ajeitada.

Mon Liu – Quem executou e o que foi alterado da concepção inicial?

Telumi Helen – Os adereços foram feitos, na sua maioria, pelos alunos /estagiários do curso de Cenografia do Espaço Cenográfico, com a coordenação da Marina Figueiredo. Existe um período de ajustes dos mecanismos dos adereços de acordo com o tempo cênico. Isso é um desafio muito grande para nós. Por Ex: a armadura e o capacete dão a impressão de serem de metal, mas são de papelão forrado (muito trabalhado artesanalmente) e este é um dos poucos exemplos da magia do figurino de teatro…

O prazo era muito curto e dividi com costureiras especialistas… A Judite, com sua especialização, corta direto no tecido, não precisa de moldes. Podemos dizer que a execução foi de 10 a 15 dias de acompanhamento e mais 10 dias de afinação, resultando em 25 dias no total. Os ajustes são necessários e importantes, para o bom resultado dos figurinos.

Mon Liu – Outros dados que você considera importantes?

Telumi Helen – Conversar, trocar percepções, experiências e vivências com o diretor e os atores, estudar comportamentos mental e físico, pesquisar psicologia, filosofia, história, sociologia, as necessidades que o projeto solicita, experimentar vários tipos de materiais adequados ao ser humano, múltiplas formas do vestir etc.

Parlapatões – E desse processo todo, quando seu trabalho termina de fato?

Telumi Helen – Para o projeto só na estréia. E ainda assim pode surgir uma coisinha ou outra. O refinamento e aprimoramento acontecem bem perto da estreia. Questiono e luto para o aprimoramento de pelo menos dez dias, foi o que conquistamos pelo menos no momento em que estamos vivenciando. Vou testando durante os ensaios, onde sinto as transformações necessárias para os ajustes, percebendo como todos esses figurinos e adereços estão  comportando,funcionando, movimentando no corpo do ator e cenicamente, a praticidade etc.

Parlapatões – A organização de todos os figurinos, com nome e numa ordem de sequência das cenas, também faz parte do seu trabalho?

Telumi Helen – Como o processo foi muito rápido pra todos, para facilitação da assimilação dos figurinos apresentei os desenhos com as cenas onde cada ator já se identificava, por isso a primeira organização foi apresentada da mesma forma nas araras e posteriormente cada um criou sua própria organização com carinho e arrumação. A organização de figurinos e adereços é também necessária para uma boa fluidez da apresentação. Foi um projeto criado com muita satisfação.

MON 2

ENTREVISTA COM CRISTIANI ZONZINI (produção executiva)

Mon Liu – Qual a sua formação?

Cristiani Zonzini – Fiz dois anos de Economia. Depois larguei tudo e me formei em Artes Cênicas.

Mon Liu – Como aconteceu o seu envolvimento com o espetáculo?

Cristiani Zonzini – Trabalho com os Parlapatões há seis anos. Este espetáculo foi a realização de mais um projeto com o grupo. 

Mon Liu – Qual foi o processo de criação?

Cristiani Zonzini – O processo de criação do grupo é sempre feito em conjunto, mas com a coordenação do Hugo Possolo. Pensamos no cenário, figurinos, adereços, todos juntos, sempre em reunião e todos dão opiniões, o elenco inclusive pode sugerir ideias.

Mon Liu – Como foi a participação da direção e dos atores na concepção do espetáculo?

Cristiani Zonzini – O trabalho de grupo é diferenciado de uma produção comercial. Todos se envolvem muito por que este não é o primeiro espetáculo em que trabalham juntos. Temos um repertório de espetáculos formado praticamente pelo mesmo elenco. Então, a participação do elenco e da direção na concepção do espetáculo faz parte do trabalho de concepção geral.

Mon Liu – Quais as referências?

Cristiani Zonzini – Nossas referências são sempre a partir da comédia e do circo. E neste trabalho especificamente, buscamos entender a forma de trabalho do autor, Dario Fo, pra entender melhor também o texto.

Mon Liu – Como foi a execução do projeto?

Cristiani Zonzini – Primeiro temos as ideias. Depois desenhos e a maquete do cenário, que é importantíssima pra que a equipe de criação desenvolva o projeto e para que a equipe de produção possa entender melhor o resultado desejado.

Mon Liu – Quem executou e o que foi alterado da concepção inicial?

Cristiani Zonzini – Pouca coisa foi alterada da concepção inicial, porque o projeto foi bem planejado e seguiu a risca o orçamento. Quem executou os figurinos foi a Telumi e ela teve bastante autonomia na realização das ideias. Os cenários foram feitos por nossos cenotécnicos que trabalharam dentro do teatro, o que permitiu uma verificação contínua do processo de trabalho deles. E vários adereços e demais peças do cenário foram compradas prontas. Isso envolveu pesquisa de materiais em vários locais, inclusive em feiras de antiguidades para comprar peças que compõem o Vaticano, por exemplo.

 

Observação de Rosane Muniz – * Para saber mais sobre o trabalho de Telumi Helen e sua trajetória de trabalho, leia o capítulo O figurino e os figurinistas – J. C. Serroni e Telumi Helen – p. 203-231, do meu livro Vestindo os nus – o figurino em cena (Ed. Senac, 2004).

FIM DE SEMANA IMPERDÍVEL (SP)

Thursday, July 16th, 2009

Duas atrações imperdíveis só neste fim de semana para quem mora na capital!

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Uma é a exposição VIK que vi hoje no Masp, com as obras de Vik Muniz. O trabalho deste artista, que estudou cenografia é realmente impressionante! Uma aula de criatividade, conceitual, inovação, simplicidade, preciosismo, dedicação, pedagogia, enfim…. de ARTE com letras maiúsculas! Que maravilha. E vai só até este domingo. Não perca!

Outro programa é assistir ao espetáculo francês Os Reis Preguiçosos”, que acontece só neste fim de semana e é gratuito. A cenografia e os figurinos são muito elaborados e a performance promete. Estarei lá! Vejam um trecho da apresentação no vídeo disponível no site do Sesc.

SERVIÇO Exposição ‘Vik’

Retrospectiva com 131 obras do artista plástico Vik Muniz

Exposição: de 24 de abril a 19 de julho

Horário de visitação: terça a domingo e feriados, das 11h às 18h

Ingresso: Inteira – R$ 15,00 / Estudantes – R$ 7,00 / Menores de 10 anos e maiores de 60 anos – Gratuito

Local: Museu de Arte de São Paulo – MASP / Endereço: Av. Paulista, 1578 / Telefone: (11) 3251 5644

Classificação etária: livre

SERVIÇO Espetáculo “Os Reis Preguiçosos”

Quando:  18 e 19/7. Sábado e domingo, às 19h.

Onde:  Museu do Ipiranga com acesso pela Rua dos Patriotas com a Avenida Nazaré

Ingressos: Grátis

OISTATBr na IV MOSTRA LATINO AMERICANA DE TEATRO DE GRUPO (SP)

Wednesday, April 29th, 2009

Pelo segundo  ano consecutivo, a Mostra abre espaço para reflexões sobre a cena com a  participação da OISTATBR.

Dias 06 e  07/05 
Workshop 
A Matéria dos  Sonhos (evento paralelo) – Com o cenógrafo espanhol Ramon B.  Ivars

(ver detalhes abaixo)

 Dia 08/05

Mesa  Redonda – DO PROJETO À REALIDADE

A transposição das primeiras imagens do processo  criativo para a realização da obra na produção teatral  contemporânea.

10h Sala Adoniran Barbosa – CCSP
entrada franca

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WORKSHOP (evento paralelo à mostra)

A  Matéria dos Sonhos – Oficina interdisciplinar de  dramaturgia espacial para desenhistas e  intérpretes.
Objetivo: Praticar a leitura  dramatúrgica e a transformação de um espaço  encontrado.
Público  alvo:  cenógrafos, iluminadores, figurinistas, atores, bailarinos, performers.
Lugar: Espaço arquitetônico, não  teatral, com vários ambientes diferentes que permitam a variedade do jogo  cênico. O espaço do Centro Cultural será usado em suas áreas  disponíveis.

Descrição: Transformar plasticamente um  espaço escolhido em um espaço mais adequado para que um personagem possa  interpretar dois textos completamente distintos (Macbeth ˆ Ato V ˆ  Cena V e Sonhos de  uma noite de verão ˆ Ato II ˆ Cena I) com a mínima troca  estética possível e a máxima economia de meios.

Dia  1 ˆ  Apresentação da oficina / Criação dos grupos / Seleção dos espaços / Reuniões  de dramaturgia / Decisões de desenho / Projeto / Busca de  materiais

Dia  2 ˆ  Montagem e ensaios / Apresentação ao público (se  possível)

Programação:

06/05 ˆ 16h às  19h

07/05 ˆ 10h às 16h (com  intervalo para almoço)

            16h30 às 17h30 ˆ demonstrações de trabalhos

Espaço das Oficinas (anexo ao  espaço da Mostra) ˆ Centro Cultural São Paulo

Inscrições gratuitas (até  04/05)
Enviar e-mail, com os dados abaixo, para oistatbr@gmail.com

Nome:

Endereço:

Telefone:

Profissão:

Breve  currículo:

Por que  deseja fazer a oficina?

BREVE BIOGRAFIA 

Ramón B. Ivars trabalha desde  que 1972 como cenógrafo e figurinista para ballet, ópera e teatro. É também  diretor teatral, de TV e de Cinema na Europa. Pemiado em 1982 com o  Catalan  National Theatre Award. Cenógrafo da abertura e da cerimônia de  fechamento da Paraolimpíada de Barcelona, 1992. Atualmente é professor de  cenografia e de projeto do traje no Institut del Teatre, em Barcelona. Em  julho 2007 recebeu, como curador da Mostra da Espanha na Quadrienal de Praga,  o diploma da honra para o segmento de arquitetura  teatral.

MESA  REDONDA

Repetindo o  sucesso de 2008,  a Organização Internacional de Cenógrafos, Técnicos e  Arquitetos Teatrais no Brasil (ABrIC ˆ OISTATBr) traz informações sobre os  eventos internacionais da área e abre espaço para a reflexão da  cena.

A mesa redonda terá a  participação especial do cenógrafo Ramon B. Ivars e será mediada pelo diretor  teatral José  Henrique Moreira, coordenador da Oistatbr. Ainda farão parte  mais três cenógrafos e figurinistas de outros  países.

Do projeto à realidade: a  transposição das primeiras imagens do processo criativo para a realização da  obra na produção teatral contemporânea.

Local: Sala Adoniran Barbosa ˆ  Centro Cultural São Paulo

Dia 08/05 ˆ 10h às 12h30

Para quem ainda não sabe o que é a OISTAT:
A  OISTAT, Organisation Internationale des Scénografes, Thechniciens et  Architectes de Théatre, (Organização Internacional de Cenógrafos, Técnicos e  Arquitetos de Teatro) foi fundada em 1968, em Praga,  Tchecoslováquia, com oito paises membros. É uma cooperativa  não governamental organizada e operada sob o patrocínio da UNESCO. Seu  principal propósito é promover oportunidades de cooperação entre as  organizações teatrais em torno do mundo.

A  partir de 2001 foi aberta a oportunidade para indivíduos participarem das  atividades da organização, uma vez que não existisse um centro da OISTAT em  seu país.

Desde  então, a Organização tem colaborado para o fortalecimento da instituição. O  propósito original da OISTAT era proporcionar o intercâmbio profissional e  pessoal entre os artistas do leste e do oeste europeu. A Organização promovia  oportunidades para que seus associados pudessem trabalhar fora de seus paises,  apesar das diferenças políticas existentes na época e das restritas condições  de viagem. Com o colapso da cortina de ferro e com o crescimento de uma  sociedade cada vez mais informada, novos objetivos tiveram que ser traçados.  As necessidades de seus integrantes são agora muito variadas. A OISTAT hoje em  dia tem associados em todos os continentes, porém na América Latina o único  país a ter uma representação  membro da OISTAT é o Brasil, por enquanto.
A OISTATBr
O  compromisso deste grupo de trabalho diante da Oistat Internacional foi de  promover o intercâmbio de idéias e inovações, encorajando as colaborações  internacionais; estimular o aprendizado contínuo; respeitar as diferentes  integridades culturais e celebrar a diversidade, assim como similaridades  daqueles que trabalham no suporte da criação teatral; e ainda fomentar a  criação de centros em mais países da América  Latina.

Desta  maneira, nos organizamos aos moldes da OISTAT  internacional.

Hoje  o centro brasileiro é formado por seis comissões

(Arquitetura  Teatral; Cenografia ˆ que contém os Grupos de Trabalho Figurino, Sonoplastia e  Iluminação ˆ Educação; Tecnologia; Publicação e Comunicação; e Teoria e  História).

Créditos da  Mostra: Realização – Cooperativa Paulista de  Teatro

          Patrocínio ˆ Petrobras – Lei Federal de Incentivo do Ministério da Cultura -  Centro Cultural São Paulo – Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura da Cidade  de São Paulo
           Co-patrocínio: Caixa Econômica Federal e PROAC ˆ Programa de Ação Cultural da Secretaria de Estado da Cultura

           Organização Workshop e Mesa-redonda  ABrIC | OISTATBr
IV Mostra  Latino-Americana de Teatro de Grupo
De  4 a 10 de  maio de 2009

Centro  Cultural São Paulo (http://www.centrocultural.sp.gov.br <http://www.centrocultural.sp.gov.br/> )

Rua  Vergueiro, 1.000 – Paraíso – CEP 01504-000 – São Paulo ˆ  SP
Atendimento  ao público: tel. (11) 3397.4000
E-mail: imprensaccsp@prefeitura.sp.gov.br

Galeria de  fotos: www.centrocultural.sp.gov.br/imprensa <http://www.centrocultural.sp.gov.br/imprensa>

Assessoria de  Imprensa: Nelson de  Souza Lima, Iris  Fernandes e Emi Sakai
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