Archive for the ‘Dicas’ Category

Bartolomeu [o que será que em mim deu?]

Friday, March 4th, 2011

Acabo de descobrir que a figurinista, atriz, dramaturga e diretora teatral Claudia Schapira está fazendo roupas para vender. Chama Nossa Senhora da Pouca Roupa. Adoro tudo o que a Claudia faz para o teatro e estou louca pra ir lá conferir se as suas criações ficarão bem no meu corpinho (rs).

Quem faz a NSPR:

Meu Brasil brasileiro…

Thursday, December 16th, 2010

Cultura local valoriza roupas do Rio Grande do Norte

21 de outubro: Dia da Iluminação

Thursday, October 21st, 2010

(Enviado por Luis Paulo Nenen para a lista da ABrIC/OISTATBr)

Lâmpada elétrica de Thomas Edison, por Corbis-Bettmann

 Projeto de lei nº. 356/88 homenageando todos os setores profissionais ligados ao setor de iluminação. 

A lâmpada incandescente foi inventada por Thomas Alva Edison (1847 a 1931), inventor norte-americano, que, em 50 anos, registrou 1.033 patentes dentre elas o fonógrafo e o microfone de carvão.

Em 21 de outubro de 1879, uma lâmpada brilhou por 48 horas contínuas e, nas comemorações do final de ano, uma rua inteira, próxima ao laboratório de Thomas Edison, foi iluminada para demonstração pública.

“O génio consiste em um por cento de inspiração e noventa e nove por cento de transpiração.” (Thomas Alva Edison)

Thomas Edison, o gênio da lâmpada

 

ADENDO EM 22/10/2010

Assim como ontem coloquei aqui no vestindoacena o e-mail enviado por Nenen sobre Thomas Edison em homenagem ao dia da iluminação, preciso adicionar a esse post a aula que o professor Valmir Perez enviou em seguida ao mesmo grupo de associados. Boa chance para aprendermos e refletir…

 

Infelizmente eu acho que seria legal a gente colocar as coisas no lugar.

Das milhares de patentes de Edson, somente algumas eram deles mesmo. Ele comprou a maioria de outras pessoas.

A lâmpda de filamento de Edson já tinha sido inventada anos antes por vários cientistas, Edson apenas patenteou e, com recursos, fabricou as primeiras.

Quando Edson começou a fabricar a lâmpada elétrica, os sistemas funcionavam com corrente contínua. Nikola Tesla o procurou dizendo que era mais simples e mais barato usar a corrente alternada. Edson ficou muito ensismesmado, pois já tinha fechado acordos com minas de cobre na América do Sul. Todos devem saber que para se transmitir corrente elétrica contínua os cabos devem ser mais grossos. Edson então fez um desafio a Tesla. Disse que lhe pagaria $ 1000.000,00 pela patente se tesla lhe entregasse o projeto do sistema em até 72 horas. tesla entregou em 48 horas e nunca recebeu o dinheiro. Edson então construiu a primeira cadeira elétrica com corrente alternada para provar ao público o quanto ela era perigoso.

Deveríamos sim aprender a história de Tesla nas escolas, pois a corrente alternada devemos a ele. Sabem porque ele desapareceu da história? É simples, porque ele inventou o rádio antes de Marconi, inventou já naquela época (1898) um submarino que funcionava por controle remoto e um sistema de transmissão de energia elétrica sem cabos, o qual estamos testando atualmente.

Tesla tentou conseguir financiamento para o seu projeto de reverberação magnética. Seu projeto possibilitaria que tivéssemos energia elétrica gratuíta. Claro que J P Morgan não o financiou não é mesmo. A troco de que?

Abaixo, para quem se interessar, uma biografia de Tesla. Esse sim um verdadeiro Gênio.

 (veja a biografia no link http://www.exatas.com/fisica/tesla.html#juventude)

EXPO MESTRE VITALINO

Thursday, April 15th, 2010

Durante o Colóquio de Moda 2009 (que aconteceu no Recife) - quando apresentei um paper sobre a indumentária de Gianni Ratto, meu tema de mestrado, no Grupo de Trabalho de Figurino - tive a oportunidade de viajar ao Alto do Moura e conhecer de mais perto o trabalho de Mestre Vitalino. Agora, o Instituto de Artes da Unesp faz uma exposição em homenagem ao seu centenário. Ótima oportunidade para conferir esse delicado e emocionante trabalho.

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Deu no site da Fapesp:

Mestre Vitalino na Barra FundaUnesp comemora o centenário do artista com exposição em seu campus na capital paulista (divulgação)

Mestre Vitalino na Barra Funda

14/4/2010

Agência FAPESP – O Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (Unesp), no campus da Barra Funda na capital paulista, abriu a exposição Mestre Vitalino: a terra e o imaginário, em comemoração ao centenário do artista.

A exposição, que vai até o dia 4 de maio, além de obras, terá palestras e debates sobre Vitalino Pereira dos Santos, considerado referência no artesanato figurativo-popular brasileiro.

Mestre Vitalino ganhou notoriedade e participou de exposições no Rio de Janeiro, em 1947, e no Museu de Arte de São Paulo (Masp), na capital paulista, em 1949.

Nasceu em 10 de julho de 1909 e morreu em 20 de janeiro de 1963. Seu pai era roceiro. Apesar da fama, o artista viveu modestamente. Aos seis anos, começou a modelar pequenos animais com as sobras do barro usado por sua mãe, que, além de cuidar da casa e ajudar no roçado, produzia também utensílios domésticos.

Mudou-se para o Alto do Moura, em Caruaru, no fim de 1940. Uma das suas primeiras peças a conquistar o sucesso comercial foi o Caçador de maracajá. Também ficou famosa a sua série Profissões, com as figuras de médico, veterinário, dentista e fotógrafo.

Suas peças podem ser encontradas no Museu do Homem do Nordeste, da Fundação Joaquim Nabuco (Recife), no Museu Castro Maya (Rio de Janeiro), no Museu Théo Brandão (Maceió), no Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro e em coleções particulares.

Seu legado permanece vivo em sua cidade natal, Caruaru (PE), onde cerca de 300 pessoas do bairro do Alto do Moura reproduzem suas figuras em argila. As obras são vendidas no Brasil e exportadas para Estados Unidos e Europa. 

  • Mestre Vitalino: a terra e o imaginário
    Local: Galeria de Artes do IA, na R. Dr. Bento Teobaldo Ferraz, 271, Barra Funda, São Paulo.
    Horário: de segunda a sexta, das 9h às 18h; aos sábados, das 9h às 14h.
    Mais informações:               (11) 3393-8531         (11) 3393-8531

Quimonos e afins…

Saturday, April 10th, 2010

Lembra do Festival das Meninas, que rolou lá no Pavilhão Japonês, no Parque Ibirapuera? Pois é… tive trabalho no Rio e não pude ir conferir. Mas o site Made in Japan fez a cobertura completa do evento. Vale a pena ir lá dar uma olhada nas fotos.