Archive for the ‘Cenografia’ Category

Processo Seletivo para a função de CENOTÉCNICO - Unicamp

Monday, August 18th, 2008

(Dica enviada para divulgação por Helô Cardoso)

O Instituto de Artes / Unicamp, através da sua Diretoria, torna pública a entrega de currículos para a participação no Processo Seletivo para a função de *CENOTÉCNICO*, para atuar junto ao Departamento de ARTES CÊNICAS do Instituto de Artes/UNICAMP.
*

I – Instruções Especiais:
*
1. O Processo Seletivo destina-se ao preenchimento de 01 (uma) vaga na função de *CENOTÉCNICO*, através de contratação temporária, até o prazo de máximo de 02 (dois) anos, conforme art. 443 § 1º e 2º e 445 da CLT.

2. A função será preenchida sob o Regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), em jornada de trabalho de 40 horas semanais, podendo variar para os períodos diurno, noturno, misto na forma de revezamento ou escala de serviços.

3. O salário inicial será de R$ 1.582,92 correspondente a referência 12 da Carreira de Profissionais de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão da Unicamp.
*

II – Requisitos:

Obrigatórios:
*

1. Escolaridade: Ensino Médio Completo

2. Experiência comprovada em atividades na área de montagem e confecção de cenários, adereços e mobiliários teatrais.
*

III – Condições para a participação:
*

1. Ser brasileiro nato ou naturalizado ou cidadão português a quem foi deferida a igualdade, nas condições previstas pelo Decreto Federal nº 70.436/72;

2. Ter idade mínima de 18 anos;

3. Estar em dia com as obrigações eleitorais e militares, cuja comprovação será solicitada na contratação;

4. Ter boa conduta comprovada através de antecedentes criminais, cuja comprovação será solicitada na contratação;

5. Possuir os requisitos estabelecidos no item II do presente Edital.
*

IV - Da entrega de currículos:
*

1. A entrega de currículo deverá ser feita no período de 18 a 19 de agosto de 2008, das 09h00 as 12h00 e das 14h00 as 17h00 na Secretaria da Diretoria do Instituto de Artes - IA, à Rua Elis Regina, 50 – Cidade Universitária “Zeferino Vaz” – Barão Geraldo – Campinas - SP.

Anexos ao currículo deverão ser entregues os seguintes documentos:

a) Cópia do documento de identidade;

b) Demais documentos comprobatórios das informações prestadas no currículo.
*

Universidade Estadual de Campinas

Instituto de Artes - IA

Processo Seletivo - Edital nº 01 /2008

Processo n*° *17-P-203992008
*

2. No ato da entrega do currículo não serão verificados os comprovantes das condições de participação anexos no mesmo, no entanto o candidato que não comprovar será eliminado do Processo Seletivo.
*

V– Das Avaliações:
*

O Processo Seletivo constará das seguintes etapas:

1. Análise de Currículo – Será avaliado na escala de 0 a 10 sendo considerado habilitado para a entrevista o candidato que obtiver nota igual ou superior a 5,0;

2. Entrevista - Será avaliada na escala de 0 a 10 sendo considerado habilitado o candidato que obtiver nota igual ou superior a 5,0;

3. A nota final será a média aritmética dos pontos obtidos em cada uma das avaliações;

4. Os candidatos habilitados serão classificados de acordo com a nota final;

5. O resultado da análise do currículo e a convocação para a realização da entrevista serão divulgados no dia 22/08/2008, na página do Instituto de Artes da Unicamp (www.iar.unicamp.br).

6. O resultado final do Processo Seletivo será divulgado através de edital no site da DGRH (www.dgrh.unicamp.br), na página do Instituto de Artes e no Diário Oficial do Estado - DOE em data a ser divulgada quando da realização da entrevista.

7. O candidato deverá observar rigorosamente os editais e os comunicados divulgados.
*

VI – Dos procedimentos da contratação:
*

1. A convocação para contratação obedecerá a rigorosa ordem de classificação dos candidatos;

2. O candidato deverá:

a. Gozar de boa saúde física e mental, estando apto sem qualquer restrição no exame médico realizado pela UNICAMP;

b. Apresentar cópias do comprovante de votação e do certificado de reservista e original do comprovante de antecedentes criminais;

c. Apresentar demais documentos necessários à contratação.
*

V – Disposições Finais:
*

1. O não comparecimento às convocações ou ainda a não apresentação da documentação exigida excluirá o candidato automaticamente do processo seletivo.

2. A validade deste Processo Seletivo será de 01 (um) ano, podendo ser prorrogado a critério da Diretoria do Instituto de Artes.

3. A participação do candidato no Processo Seletivo implicará no conhecimento das presentes instruções e no compromisso de aceitação das condições estabelecidas no presente edital.

Campinas, 13 de agosto de 2008.

EXPOSIÇÃO POD MINOGA (SP)

Friday, June 20th, 2008

Naum Ales de Souza já me contou histórias maravilhosas da época do Pod Minoga. Carlos Moreno também. (ambas estão no livro Vestindo os nus - o figurino em cena. Ed Senac Rio, 2004). Agora temos a oportunidade de ver imagens desta época tão importante. Abaixo, trecho do livro (p. 252-256) no qual Naum conta sobre a fase do grupo:

Como começou sua relação com o teatro?Começou mesmo quando montei um ateliê em casa, logo que deixei de ser professor de Artes Plásticas e Teatro para crianças e adolescentes na FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado - SP), em 1970. Eu morava numa casinha pequena, de vila, com um quarto, uma salinha, cozinha e banheiro. Quando saí da faculdade, vários alunos saíram junto comigo. Então, montamos esse pequeno ateliê, onde tinha uma bancada para eles desenharem. Um amigo fez um mezanino que servia como lugar para eu dormir e, em baixo, fizemos um teatro de 15 lugares. Nossa equipe era formada por eu, Mira Haar, Flávio de Sousa, Carlos Moreno, Dionísio Jacob… Uma coxia era na sala e outra na cozinha. montamos várias peças. Uma delas era uma peça curtinha, uma história da tradição circense que não tinha diálogos, mas sensações visuais e que começou a despertar muita curiosidade. O Antunes Filho, que assistia aos espetáculos dos alunos, na FAAP, gostou e começou a divulgar a peça para os amigos. Como cabiam 15 pessoas na sala, às vezes a gente tinha que fazer três ou quatro sessões para dar conta da platéia que aparecia.  

E como era o visual dessa peça?Na base de muitos telões pintados, que eram verdadeiros quadros, nada parecidos com os telões do teatro antigo. Eram, às vezes, fotografias ou desenhos feitos por crianças, ou até criações de elementos do grupo. Nessa peça, tinha um grupo de homens bailarinos cujo figurino foi feito com ceroulas. A gente comprou a ceroula inteira, a tingimos no caldeirão e depois colocamos fitas, franjas e outras coisas nela. E para compor um figurino de época, adaptamos vestidos de bailes “roubados” das mães, que tacávamos na tinta. Era um trabalho muito artesanal. O fato de botar a mão na massa se refletiu muito na minha criação.(…)

E como surgiu o Grupo Pod Minoga?Tínhamos esse grupo formado por ex-alunos meus. Esse nome surgiu porque a mãe da Mira era polonesa e íamos muito na casa dela. Todo mundo sentava numa poltrona, que ficava ao lado de uma estante, onde tinha um livro polonês, que se chamava Café Pod Minoga. Todo mundo viu aquele livro, mas ninguém comentou. chegou o dia de pôr o nome no grupo e era a época daqueles grupos tipo renovação, revolução, anos 70… A gente não queria um nome assim, porque não éramos engajados politicamente. Daí alguém falou de gaiato: Pod Minoga. Pronto. Um olhou para o outro e disse: “Você também viu o nome do livro”? E assim o grupo foi batizado. Era um estúdio de criação, de artes plásticas e teatro. E durou de 70 a 76. 

Qual foi a primeira montagem do grupo?Foi em 1971, em um espetáculo de variedades que se chamava Miscelânea, naquele período da criação coletiva, no qual nós fazíamos tudo. Nossas montagens tinham uma linguagem entre a comédia brasileira e o teatro musical americano, que feitas com as nossas posses, porque nós é que costurávamos tudo. Era um teatro muito colorido, muito crítico, no sentido de crítica social. Fazíamos muita gozação em cima de costumes, mas não éramos politizados como os outros. Tinha gente que achava um absurdo a nossa resistência. O nosso teatro era muito diferente, não fazíamos peça sobre a favela ou sobre o campo. As nossas peças eram sempre sobre a cidade. Eram muito urbanas e geralmente com um tom de comédia. Tínhamos fãs ardorosos, tipo Antunes Filho, Celso Martinez, mas havia outros que não concordavam com nosso estilo. Não éramos muito vistoriados pelos críticos da época. Quase nada, aliás. No entanto, foi um pequeno movimento que influenciou muito o teatro brasileiro. Houve muita coisa na seqüência, de pessoas com o visual colorido e o humor parecido. 

Essa opção de estilo e linguagem também estava presente nos figurinos?Completamente. Os figurinos eram muito críticos, caricatos, coloridos e feitos com material improvisado. Um figurino básico que fazíamos neste período era dobrar um tecido ao meio, embrulhar no corpo da pessoa e grampear tudo, dando o estilo, fechando e apertando com agulha e linha. Às vezes, a roupa chegava até a ser costurada no próprio ator na hora dele entrar em cena, porque não sabíamos pôr zíper e não tínhamos máquina. 

Tudo partia desse modelo básico?Sim. E na base dos enfeites e de colas. A gente colava até lantejoulas e nem se pensava em ter costureira, porque não tínhamos dinheiro para isso. Era uma grande alegria fazer as coisas e me lembro que tudo transcorria num clima muito de farra, de dar risada. O grupo durou até 1975, mas eu saí dois anos antes porque comecei a sentir que estava com muita idade para conviver com a adolescência deles. Eu estava com 30 e eles com 18,19 ou 20. A vontade de escrever também começou a ficar muito forte. (…)exposicao-pod-minoga.jpgexposicao-pod-minoga-2.jpg

ESPETÁCULO INSPIRADO EM KANDISNKI (SP)

Thursday, June 19th, 2008

Queria muito ver este espetáculo. Quem já viu ou vir até domingo, escreva pra contar pro blog, pois eu não conseguirei… snif!

O ponto, a reta e a curva são alguns dos personagens inspirados em Kandinsky que estão em cena       Está em cartaz até o dia 22 de junho no CCSP, Centro Cultural São Paulo- sala Jardel Filho, o espetáculo infanto – juvenil “Lúdico”, com concepção e coreografia de Miriam Druwe, que assina a direção junto com Cristiane Paoli Quito. Na equipe de criação estão Marisa Bentivegna, Marco Lima e Fabio Cardia; no palco, os bailarinos Adriana Guidotte, Tatiana Guimarães, Luciana de Carvalho, Sérgio Luiz, Bruno Rudolf e a própria Miriam Druwe. Esse espetáculo foi contemplado pelo 3º Fomento Municipal à Dança.            “Lúdico” é inspirado nas obras do pintor russo Wassily Kandinsky e propõe de forma colorida e poética um passeio pelo universo da criação de uma obra de arte. Cores e formas se agitam em busca de um lugar.

Pesquisa e Montagem

             Há tempos Miriam Druwe alimentava paixão pela obra de Kandinsky. Pintor reconhecido pelas cores e formas de suas obras, teve contato muito cedo com a música, aos 8 anos. Essa pequena incursão nas aulas de piano e violino deu noções fundamentais de harmonia e evolução, que depois seriam utilizadas.             Como base para todo desenvolvimento e criação do espetáculo, Druwe pesquisou no livro Do espiritual na arte, publicado em 1912, a primeira grande obra teórica sobre pintura. Nela, o pintor desenvolvia uma investigação filosófica sobre as cores e as formas, às quais conferia valores psicológicos e morais e as comparava com a música, que, apesar de sua imaterialidade, era capaz de fazer “vibrar a alma”.  Anos mais tarde, em 1926, o artista russo lança Ponto e linha sobre plano, em que elabora a teoria semelhante à utilizada pelos músicos para compor. Era a necessidade interior do artista em detrimento à forma, que sempre teve, para ele, importância secundária. Em suas obras, umas das preocupações era a busca de um equilíbrio instável entre elementos opostos.            A partir dos elementos pesquisados, Miriam Druwe percebeu que o caráter lúdico sempre esteve à sua porta, rondando-a. Ouvindo o desejo interior de sua alma artista, juntou sua paixão pelo pintor russo, cercou-se de profissionais premiados e competentes das artes e percebeu que pela primeira vez em sua carreira falaria às crianças. Assim surgiu “Lúdico”.

O Espetáculo

            No espetáculo Lúdico, a reta, a curva e o ponto são personagens que têm características e personalidades próprias. A curva, estilosa, assanhada e sinuosa tem um temperamento e mobilidade corporal que lembra a serpente, é elástica, pode ceder e evitar, porque é capaz de desviar… O ponto é o início de tudo! E por ser o princípio, a tela branca foge dele, porque ela se acha linda assim, e tenta convencer a todos que sendo o mais simples dos elementos é cheia de graça, mas também cheia de expectativa… A reta é determinante, mandona, indica caminhos (corporais), tem certeza que é uma junção de pontos (o que é verdade…). O círculo preto, circunspecto, sisudo, é meditativo e diz, va-ga-ro-sa-men-te: “Aqui estou”. O círculo vermelho, por sua vez, é troada e relâmpago, apaixonado, irradia para todos os lados e roda, roda, roda…  O criador (ou pintor) ao se deparar com a reta, os círculos, o ponto, a curva e a tela, é engolido pela obra. 

Ficha Técnica

Concepção, Coreografia e Direção: Miriam Druwe Co-Direção: Cristiane Paoli QuitoTrilha sonora: Fabio Cardia Cenografia e Figurino: Marco Lima Desenho de Luz: Marisa Bentivegna Produtora Executiva: Anne Pampolha Intérpretes Criadores: Miriam Druwe, Adriana Guidotte, Tatiana Guimarães, Luciana de Carvalho, Sérgio Luiz, Bruno Rudolf. Atriz Convidada: Luciana Paez Estagiários: Cristiana Uehara e Leandro Breton Foto: Rodrigo Netto Colaboração: Estelamare dos Santos Assessoria Cultural: Doble Comunicação Cultura + Social.  

Serviço

17 de Maio a 22 de Junho de 2008 Local: Centro Cultural São Paulo - Sala Jardel Filho - R. Vergueiro, 1000 – Paraíso Telefone: 011 3383-3400Lotação: 324 lugaresDuração: 60 minutosTemporada: Sábados e domingos às 16h00Aceita cheque/Acesso para deficientes físicos/ Ar condicionadoENTRADA GRATUITA- distribuição de ingressos uma hora antes 

Informações para a imprensaCanal Aberto – 11 6914 0770/ 9126 0425 – Márcia Marques - www.canalaberto.com.br

INSCRIÇÕES PARA RUMOS ARTES VISUAIS (SP)

Thursday, June 19th, 2008

Dica enviada por Arianne Vitale Cardoso

Rumos Artes Visuais
Inscrições Prorrogadas até 24 de junho

O Itaú Cultural ampliou em duas semanas a data limite para as inscrições de projetos na quarta edição Rumos Itaú Cultural Artes Visuais, cujo edital foi lançado em março. Os interessados em participar agora tem até o dia 24 de junho para enviar o seu projeto à instituição. A inscrição deve ser feita mediante preenchimento de ficha - no site do instituto (www.itaucultural.org.br) ou impresso, por correio - e também do envio de portifólio com obras produzidas a partir de 2005, inéditas ou não: entre fotografias, esculturas, objetos, pinturas, gravuras, desenhos, instalações, videoinstalações, site specifics, intervenções, novas tecnologias e performances. Os resultados serão divulgados em agosto, por meio da imprensa e do site.

O programa é voltado a artistas emergentes com atuação no Brasil que tenham obras, inéditas ou não, produzidas a partir de 2005. Uma comissão autônoma, formada por especialistas nas área, selecionará até 45 portfólios. Posteriormente, eles serão exibidos integralmente em São Paulo e no Rio de Janeiro, em 2009, e em mais quatro cidades (a definir), com diferentes recortes curatoriais para cada uma. Os trabalhos serão divulgados, ainda, em catálogo geral analítico, a ser publicado no final do processo, e no site do Itaú Cultural. A premiação inclui quatro bolsas-ateliê no Brasil e no exterior para artistas que se destacarem durante o programa, com valor a ser definido.

Regulamento e formulário de inscrição: www.itaucultural.org.br/rumos

SERVIÇO
Inscrições:
Rumos Artes Visuais
Até 24 de junho de 2008
Pelo site www.itaucultural.org.br/rumos
Itaú Cultural
Av.Paulista, 149 - Metrô Brigadeiro
Fones: (11) 2168-1776/ 1777
www.itaucultural.org.br

OFICINA DE CENOGRAFIA (SP)

Thursday, June 19th, 2008

441_imagem.jpg

Exposição de resultado de workshop (Campinas-SP)

Thursday, June 19th, 2008

A figurinista e cenógrafa do Teatro de Tábuas, Juliana Pfeifer, participou do workshop de figurino com a figurinista mexicana Mônica Raya, no Espaço Cenográfico (SP). Baseado no texto “Esperando Godot”, de Samuel Beckett, ela criou um trabalho que expõe na sede do grupo. Para quem quiser visitar a exposição e conferir sua criação:

Rua Paulo Fabiano Salles, 196 - Nova Aparecida - Campinas - Fone (19) 3282-4376 www.teatrodetabuas.com.br - Entrada Gratuita

DEZ ANOS DE ESPAÇO CENOGRÁFICO

Saturday, May 31st, 2008

Neste dia 30 de Maio, o Espaço Cenográfico, criado pelo cenógrafo J.C.Serroni, completa dez anos. E para comemorar, propôs várias atividades:

Realizadas neste fim de maio, aconteceram três oficinas de cenografia: no Espaço Cenográfico, ministrada pela figurinista e cenógrafa inglesa Pamela Howard; no Teatro do Colégio Santa Cruz, ministrada pela figurinista e cenógrafa mexicana Monica Raya; e no Espaço Cenográfico, ministrada por J.C. Serroni, Telumi Helen e equipe, uma específica para o público da Baixada Santista, onde é sediada a patrocinadora Cosipa. As oficinas tiveram entre 15 e 20 vagas e a seleção foi feita por currículo, carta de intenção e entrevista.

Está para acontecer:

Domingo – 01/06 (abertura), das 17h às 23h. Local: Espaço Cenográfico

Exposição “Modos Cenográficos”, com o acervo das obras do Espaço.

Aberta durante os meses de Junho e Julho. Entrada gratuita.

Visitas de 10h às 18hs – de segunda à sexta-feira.

 

Segunda-feira – 02/06 (abertura), às 18h. Local: Foyer do Teatro COSIPA CULTURA

Exposição “A evolução do espaço cênico através dos tempos”, composta de fotos, maquetes e textos relativos à evolução do espaço cênico e seus desdobramentos técnicos. Entrada gratuita.

Aberta até 31 de julho – das 10h às 18hs. 

 

Segunda-feira – 02/06, às 20h. Local: Teatro COSIPA CULTURA

Conferência de abertura do Fórum de Arquitetura Teatral , Cenografia, e Iluminação

Com a inglesa Pamela Howard, autora do livro What is scenography?

Pamela Howard é cenógrafa, diretora, escritora, professora, curadora de exibições e produtora internacional, criando eventos relacionados ao teatro em muitos países e línguas.

Tradução simultânea. Para convidados.

03 e 04 de junho – das 10h às 18hs. Local: Teatro COSIPA CULTURA

VI Fórum Internacional de Cenografia, Iluminação e Arquitetura Teatral.

Haverá uma conferência de abertura de Pamela Howard e quatro mesas, compostas por três pessoas e um mediador. As discussões que ocorrerão serão relacionadas às respectivas temáticas que serão propostas por cada palestrante, a partir do tema: “A relação da tecnologia na criação cenográfica”. Entre os participantes estão: Cyro Del Nero, Cibele Forjáz, Marcos Pedroso, Guilherme Bonfanti, Gustavo Lanfranchi (São Paulo), José Dias e Lidia Kosovsky (Rio de Janeiro) Raul Belém (Belo Horizonte), Edwin Erminy (Venezuela), Mõnica Raya (México), Eduardo Guerrero (Uruguai), entre outros arquitetos, cenógrafos e iluminadores.  

1ª semana de julho (início). E por doze semanas consecutivas. – das 19h30 às 21h30. Local: SESC Consolação

Encontros Cenográficos: 12 encontros com profissionais da cenografia, iluminação e arquitetura teatral.

05 a 09 de junho de 2008. Local: Teatro Castro Alves – Salvador –BA

Conferência (até 250 pessoas) e oficina (20 vagas) de Pamela Howard 

Todas as atividades, publicações e exposições do projeto serão gratuitas. Mais informações e inscrições no site: www.espacocenografico.com.br. Também pelos telefones: (011) 3256-4619 / 3257-1115. 

Conferência e Fórum: Por ordem de chegada.

                                     Retirar senha a partir de 1h do início, no local.

Encontros Cenográficos: 50 vagas por inscrições antecipadas através de currículo e  

                                           carta de intenção. 50 através de senhas retiradas a partir de

                                           1h de antecedência do evento, no local. O projeto 10 anos de Espaço Cenográfico tem o patrocínio da COSIPA, co-patrocínio do Centro Cultural Silvio Santos e SESC São Paulo, além dos apoios do Colégio Santa Cruz, Cineplast, Telem e Rosco do Brasil. 

Para saber mais sobre o Espaço Cenográfico ou sobre os eventos, acesse o site www.espacocenografico.com.br

OFICINAS INTEGRADAS (SP)

Wednesday, April 9th, 2008

A intenção deste site não é se transformar em um mero reprodutor de anúncios de vagas ou de cursos oferecidos na área, mas não podemos deixar de colocar aqui as dicas que aparecem. Pedimos, mais uma vez, que caso alguém faça alguma das atividades indicadas aqui no vestindoacena, não deixe de escrever suas impressões, análises e comentários para publicação aqui, a fim de que as informações sejam compartilhadas. Obrigada.

Núcleo “DOUTOR FAUSTUS LIGA A LUZ” 

O projeto de investigação da Cia. Nova de Teatro, no universo da escritora norte-americana Gertrude Stein, prevê a pesquisa, oficinas integradas nas áreas de teatro, vídeo, moda e música, que visam discutir a sua importância e a atualidade e servirão como base ao processo de montagem do novo espetáculo da Cia. As atividades serão coordenadas pelo núcleo da Cia. Nova de Teatro, Lenerson Polonini (diretor), Carina Casuscelli (Figurinista e maquinadora) e, também, por seus principais colaboradores Wilson Sukorski (músico), Cristian Cancino (videomaker).

SINOPSE
Doutor Faustus Liga a Luz é uma narrativa dramática da escritora modernista norte-americana Gertrude Stein sobre o tema do Fausto. Fausto, na “opereta” de Stein, vendeu sua alma em troco da invenção da luz elétrica, metáfora do conhecimento e da tecnologia no mundo contemporâneo; a luz elétrica apagou a luz natural: disseminada, a luz artificial está em todo lugar, o tempo todo - não há mais luar visível, não há mais lugar para o clair-de-lune. Luz também em sua forma veloz, na intrincada teia semântica que a sintaxe de Stein constrói; e superação da velocidade da luz, na desintegração estática desses encadeamentos nas falas das personagens. Fatalidade da luz, no sentido em que suas decorrências tecnológicas fogem do controle ou de uma ética: a luz nuclear. Em todas as formas, luz mefistofélica.

QUEM É GERTRUDE STEIN
(Escritora norte-americana)
3-2-1874, Allegheny, Pensilvânia.27-7-1946, Paris.
Stein, filha de uma família abastada, cresceu na Áustria e na França. Após concluir os estudos de Psicologia com William James e Henri Bergson, estabeleceu-se definitivamente em Paris. O salão de sua casa parisiense viria a ser o ponto de encontro de pintores e escritores de vanguarda. Stein descobriu, por exemplo, Pablo Picasso, que a retratou, e trabalhou com Ernest Hemingway na criação de seus manuscritos. Essa época ficaria refletida na obra intitulada Autobiografia de Alice B. Toklas (1933), narrada do ponto de vista de sua secretária e companheira. Em seus primeiros relatos, como O Modo de Ser dos Americanos (1906-1908) e Três Vidas (1909), Stein utilizou técnicas de escrita que posteriormente viriam a influenciar a prosa experimental: recorrendo a parágrafos inteiros sem interrupções, ela variava e ampliava as suas frases e motivos sem uma lógica aparente, estabelecendo um paralelismo entre um ritmo de composição sem final e o próprio percurso da história do ser humano. São também significativos os seus ensaios intitulados “O Que É a Literatura Inglesa?” (1935).

OFICINA “O ATOR PERFORMER” - 20 vagas
Sinopse: A oficina visa a preparação de atores, o estudo e pesquisa do universo cênico de Gertrude Stein e as suas principais influências, dando ênfase para os textos sintéticos e fragmentos escritos pela autora. Durante a oficina serão feitas leituras e exercícios práticos a partir da obra “Doutor Faustus Liga a Luz”.
Coordenação: Lenerson Polonini (Diretor fundador da Cia. Nova de Teatro vem desenvolvendo pesquisas na cena visual do Século XX. Dirigiu “Ato sem Palavras I e II” , “Repertório Beckett” , “Berceuse”, versão em francês de “A Cadeira de Balanço”, com Renée Gumiel e “Repertório Beckett 2 e 3” , “Ulysses” . Como curador e organizador desenvolveu os projetos “Acesso Livre”, “Samuel Beckett - 100 anos” e, Ciclo Heiner Müller em parceria com Sesc SP e Sesc Rio. Atualmente dirige o projeto “Heiner Müller em Repertório”).
Assistente: Marçal Costa (ator, estudou na Escola Livre de teatro de Santo André 1998 e atuou nas peças “Nowhere Man”, com Cia.Ópera Seca e direção de Gerald Thomas. Em 1997, “Apocalipse 1,11” com o teatro da Vertigem entre 1999/2004 e Crime e Castigo, de Dostoievski, núcleo de direção da ELT, entre 2002/2004, ambas com direção de Antônio Araújo. “Verissimilitude” – Zikzira, Teatro Físico com direção de André Semenza, em 2004/2005. Participou de duas peças com o Grupo Os Satyros: “120 dias de Sodoma” e “de profundis”, ambas com direção de Rodolfo Garcia Vasquez, entre 2005/2006. Atuou nas performances “Ulisses” de James Joyce e “Dante e Beatriz” inspirado na Divina Comédia de Dante Alighieri com a Cia. Nova de Teatro e direção de Lenerson Polonini.
Período: 17/4 a 28/6 - quintas-feiras - 18h30 às 21h30 e sábados - 14h às 17h
Público-alvo: interessados com conhecimento intermediário e avançado na área
Faixa etária: a partir de 16 anos
Seleção: carta de interesse e currículo
Inscrições até 13/4

OFICINA “VIDEOFICINA PERFORMÁTICA” – 15 vagas
Sinopse: Por meio de aulas teóricas e práticas sobre a história da arte e do audiovisual, exibição de filmes e vídeos, história da performance, utilização de equipamento digital, pesquisa iconográfica e documental, edição não-linear e todas as etapas que envolvem um processo de criação teatral, esta oficina procura dar um panorama e realizar uma intervenção videográfica no espetáculo Doutor Faustus Liga a Luz, de Gertrude Stein.
Coordenação: Cristian Cancino (jornalista formado pela PUC-SP. Como documentarista, ganhou o prêmio Rumos Cinema e Vídeo, do Itaú Cultural, por “A Soltura do Louco”, com “Argentina Encurralada”, foi premiado nas categorias de Melhor Vídeo da TV Universitária Brasileira e Melhor Reportagem no XI Festival Gramado Cine Vídeo. Realizou a cenografia digital do espetáculo “Os Sertões”, de José Celso Martinez Corrêa, e a pesquisa videográfica de “Os Collegas”, de Johana Albuquerque. Atualmente prepara o documentário “Ocupantes”, sobre as famílias de sem-teto das ocupações Campos Salles e Prestes Maia, na região central de São Paulo).
Período: 24/4 a 28/6 - quintas-feiras - 18h30 às 21h30 e sábados - 14h às 17h
Público-alvo: interessados com conhecimento intermediário e avançado na área
Seleção: currículo e carta de interesse
Inscrições até 18/4

OFICINA DE FIGURINO E CARACTERIZAÇÃO – 20 vagas
Sinopse: Introdução teórica sobre a pesquisa histórica do figurino e cenário a partir da análise do texto. Breve panorama da evolução do espaço cênico - do naturalismo ao teatro épico, explanação sobre movimentos (futurismo, surrealismo, artistas e grupos que trabalhavam com o conceito de performance), pesquisa de materiais - recicláveis e outras possibilidades - planejamento de execução de figurinos, mostra de croquis e execução dos figurinos. Com acompanhamento dos ensaios.
Coordenação: Carina Casuscelli (Graduada em Negócios da Moda e Estilo pela Universidade Anhembi Morumbi, e Teatro Escola Macunaíma. Desde 2001 integra a Cia atuando e desenvolvendo os figurinos dos espetáculos .Na Itália trabalhou como pesquisadora de tendência de moda nas feiras Mipel, Moda In, Anteprima e Micam-Milão, e integrou a Cia “Teatro Del Contagio” como atriz e figurinista; te participou de inúmeros workshops de tv e cinema no Centro Sperimentale di Cinematografia Milão.
Período: 17/4 a 28/6 - quintas-feiras - 18h30 às 21h30 e sábados - 14h às 17h
Público-alvo: interessados com conhecimento intermediário e avançado na área
Seleção: currículo e carta de interesse
Inscrições até 13/4

WORKSHOP DE COMPOSIÇÃO MUSICAL – 20 vagas

Sinopse: A Oficina é dividida em 2 partes: Multivozes: a primeira parte é prática e consiste em dividir a turma em diversos “naipes” (coral ou grupo instrumental) e montar uma espécie de jogral pós-moderno com as vozes funcionando em conjunto de forma inusitada. Será criada em conjunto uma grande partitura gráfica e utilizado amplamente microfonagem e transformação eletrônica via laptops. Coordenação: Wilson Sukorski Currículo: Compositor, músico eletrônico, performer multimídia, criador/produtor de conteúdos musicais para rádio/vídeo/cinema, designer e construtor de instrumentos musicais inusitados, além de referência como pesquisador de áudio digital.

Período: 15/5 a 28/6 - quintas-feiras - 18h30 às 21h30 e sábados - 14h às 17h Público-alvo: interessados com conhecimento intermediário e avançado na área Seleção: currículo e carta de interesse

Inscrições até 10/5

OFICINA CULTURAL OSWALD DE ANDRADE
BOM RETIRO
Rua Três Rios, 363 - Bom Retiro - São Paulo/SP - CEP 01123-001
Telefone: (11) 3221-5558 / 3222-2662
e-mail: oswalddeandrade@assaoc.org.br
Funcionamento: segunda a sexta-feira - 10h às 22h;
sábados e domingos- 13h às 18h

Inscrições: segunda a sexta-feira - 9h às 20h
sábados e domingos - 14h às 17h
www.assaoc.org.br

CENOGRAFIA EM CURSO COM HÉLIO EICHBAUER (RJ)

Wednesday, April 2nd, 2008

O Teatro Poeira e a Petrobrás apresentam o curso ARTISTA VISITANTE, com o cenógrafo Hélio Eichbauer (referência na área, Hélio trabalhou muito tempo com o cenógrafo checo Svoboda e tem uma brilhante carreira, além uma vocação como professor famosa por instigar as mais profundas reflexões filosóficas!!!!).  

As aulas começam no dia 26 de abril e serão às quartas-feiras (9 às 12 hs) e sábados (10 às 13 hs). Os dias de aula são: abril - 26 e 30 / maio - 3, 7, 10, 14, 17, 21, 24, 28 e 31 /
junho - 4, 7, 11 e 14. O que dá um total de 15 aulas e 45 horas/aula como total do curso. O valor é R$ 150,00 e o interessado deve enviar curriculum e carta de intenção para teatropoeira@teatropoeira.com.br o mais breve possível, pois as vagas são limitadas.

A programação do curso é dividida em três partes: Oceano de luz / Mar do espaço / Surfando ondas quânticas. Abaixo, o programa:

1.
Nível de percepção do sonho mitológico. Mitos e logos. A invenção da
razão e o discurso filosófico. Hierofanias cósmicas: ritos lunares e
solares.

2.
“Prometeu acorrentado”, de Ésquilo (séc. V. a.C.). O dom da pré-visão
de Prometeu, o filantropo.

“Os trabalhos e os dias”, de Hesíodo (séc. VII a.C.). A mão do povo e
a caixa de Pandora.

3.
A Idade do Ouro - era da concórdia: homem + natureza.

A Idade do Jade - o perpétuo reverdecimento: harmonia entre sociedade
humana e natureza.

4.
Tempo Cíclico X Tempo Linear. As portas do futuro: manifestação da
razão crítica. “A revolta do futuro”, de Octavio Paz. O “presente
histórico” do homem moderno.

5.
Espaço como construção do pensamento. A construção intelectual da
geometria. Geometria como revelação e teoremas matemáticos como
expressões de verdades eternas (filosofia grega).

6.
Vazio e Forma. As manifestações fenomênicas do vácuo místico. O vazio
vivo: a qualidade dinâmica do vácuo.

7.
A Dança Cósmica - a dança de Shiva Nataraja (o deus dançarino). A
dança taoista do guerreiro. O diagrama chinês yin-yang: simetria de
rotação, opostos polares.

8.
O escudo de armas do cavaleiro Niels Bohr. “Contraria sunt
complementa”.

9.
“Koan” - paradoxos e enigmas do Zen-Budismo. A experiência não verbal
da realidade. As limitações da lógica e do raciocínio além da
percepção sensorial.

10.
“A arte do Arqueiro Zen”, de Eugen Herrigel (1884-1955). A Doutrina
Magna de um jovem filósofo alemão da Universidade de Heildelberg à
universidade de Tohoku no Japão. (Quando um arqueiro Zen dispara a
flecha, ele atinge a si próprio. Nesse momento mágico, ele se
ilumina.)

11.
“Sendas de Ôku”, diários de peregrinação do poeta Matsuo Bashô (1644-
1694). (Luas e sóis, meses e dias, são viajantes da eternidade...)
Haikai e a poesia do samurai. Haroldo de Campos (homenagem à síntese
e à metáfora gráfica do ideograma) e Paulo Leminski.

12.
Teatro Nô - Japão, século XV. “Hagoromo”, de Zeami Motokiyo (1363-
1443). Haroldo de Campos (Toda civilização realizada tem um projeto
geral de beleza). Ezra Pound (No melhor Nô a peça inteira é
catalisada em torno de uma imagem). Vorticismo: ponto de máxima
energia.

13.
O Teatro Mental de Mallarmé (”Igitur”); “o nada tendo partido, resta
o castelo da pureza”. “Um lance de dados jamais abolirá o acaso”.
Obra concebida como um cosmos: disposição tipográfica do poema. Ato
poético = disparo em direção ao infinito. A constelação errante.
Arquipélagos do poeta navegante.

“A tarde de um fauno” na Mata Atlântica: Theatro Municipal do Rio de
Janeiro, 1913.

14.
Ártemis, a Protetora, senhora das feras e das árvores, e Ifigênia -
“Ifigênia em Táurida”, de Eurípides (séc. IV a.C.). C. W. Gluck
(1714-1787). J. W. Goethe (1749-1832). O sacrifício de Ifigênia.

15.
“O atelier filosófico de Schiller” - Re-ator filosófico: o exílio do
Éden. A seara de Caim, o construtor. Ecologia e espiritualidade. O
eclipse da sabedoria transcendental. Sabedoria e compaixão. Inter-
relação como lei cósmica.

16.
“Uma lição de botânica” no teatrinho de cartão de “Esaú e Jacó”.
Machado de Assis (1839-1908).

“A pátria da criação está situada no futuro; é de lá que procede o
vento que nos mandam deuses do verbo.” Vielimir Khliébnikov (1885-
1922).

Mais detalhes sobre a Oficina de Inciação ao Aderecista (SP)

Tuesday, March 25th, 2008

oficina-aderecista.jpg

A Silvana Marcondes enviou mais informações sobre a programação da Oficina. Agora fica possível entender porque é tão barata a mensalidade. A oficina faz parte do projeto Arte na Raça e tem o patrocínio da Petrobrás e do governo federal. Ou seja, é destinada também para o teatro, mas é importante saber que o foco será na cultura afro.

Abaixo, a programação mais detalhada:

oficina-aderecista2.jpg