Archive for October, 2007

Curso Gratuito de Formação de Auxiliares Técnicos (SP)

Tuesday, October 23rd, 2007

No eixo Rio e São Paulo a carência é muito menor, mas no restante do Brasil, há uma necessidade enorme de técnicos e geralmente é difícil encontrar um curso de formação como este. Juliana Carneiro da Cunha, atriz do grupo Théâtre du Soleil me disse esta semana que ficou espantada pela falta de profissionais técnicos preparados para fazer o aéreo, por exemplo, quando o grupo passou pelo festival de Porto Alegre. E olhe que já é um evento antigo e respeitado. Por este motivo, se você puder, não perca a chance de fazer este curso. Trabalho não irá faltar depois.

Voltado para o público entre 16 e 24 anos, o curso para formação de auxiliares técnicos para espetáculos tem duração de seis meses, com turmas nos períodos da manhã e da tarde.

As inscrições vão até o dia 1º de novembro.

Local: CCPC - Av. Consolação, 1901 e EIS Glicério: R. Barão de Iguape, 900 - São Paulo

Mais informações pelos telefones 3214-1291 / 3539-9301.

O Théâtre du Soleil ainda está por São Paulo

Sunday, October 21st, 2007

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Tenho visto tanta coisa boa por São Paulo que mal dá tempo para postar tudo aqui no blog. Tive que escolher sobre o que falaria hoje e optei por trazer, mais uma vez, o Théâtre du Soleil para estas páginas.

A trupe francesa permanece em cartaz no Sesc Belenzinho por mais três dias, já que abriram uma sessão extra integral na próxima quarta. Realmente uma experiência imperdível. Mesmo quem não está pela cidade paulista, deveria viajar para tentar um ingresso na fila de espera. Afinal, faz tempo que tentam trazer os espetáculos do Soleil para cá, mas com a estrutura que sempre têm, a negociação não é tão fácil (desta vez, com setenta pessoas e onze containers, que levam em média um mês  e meio de navio para chegar por aqui).

Desta vez, o espetáculo se chama Os Efêmeros. Muito já se falou do contexto da peça nas reportagens, mas aqui aproveitamos para tratar dos elementos que “vestem” a cena. A música de Jean Jacques Lemêtre é inesquecível. A escolha de cada instrumento, de acordo com o “espírito” da cena, é tão delicada que faz chorar muitas vezes, sem ser piegas. Cada situação, cada momento da cena, recebem um som especial. A trilha da personagem Sandra, que era antes Samuel, é de uma sutileza, que se fixa em nossos ouvidos fazendo com que a gente sinta a presença da personagem antes mesmo que ela volte à cena. Já em outro momento, a singeleza do teclado de criança contradiz a tensão causada por um telefonema, fazendo lembrar a beleza da brincadeira anterior e trazendo lágrimas aos olhos por nos fazer, de forma tão simples, observar situações do cotidiano que infelizmente, na maioria das vezes, não encontramos tempo, na correria do dia-a-dia, para perceber.

Mal tinha começado o espetáculo, e dois amigos de Sorocaba se levantaram e sairam do teatro. Voltaram quase quinze minutos depois. No intervalo fui ver se estava tudo bem. O motivo da saída foi a emoção provocada pela cena. Foi aí que ouvi: - “Me vi em várias das situações. Não aguentei! Tive que sair, pois estava aos prantos. Um absurdo que a gente precise do teatro para nos fazer parar e perceber coisas tão simples!”

Essa é a magia deste espetáculo do Soleil. O realismo das cenas é tão simples, verdadeiro, que o trabalho todo que sabemos que tiveram, com dez meses de ensaio, caixas e mais caixas de cenários, figurinos, perucas etc é esquecido e faz parecer que estamos dentro de nossas casas, voltando ao passado ou mesmo no presente, visualizando nossas dores particulares, com a sinceridade da criança que ainda habita em cada um de nós.

Muitos artigos estão sendo escritos a partir das provocações do Soleil. Aqui coloco um pouco do que tenho vontade de expressar. Os bastidores, o convívio com o grupo, a cozinha, o almoço com as crianças, o workshop com as figurinistas (que fizemos na USP e do qual eu e Fausto Viana estamos escrevendo um dossiê para a próxima revista Sala Preta, que será especial sobre o Soleil), os doces da Maria, as transformações de Shasha, da nossa querida Juliana Carneiro da Cunha, do Jeremy…

Os detalhes das maquiagens, figurinos e cenários. O excesso realista nos carros circulantes que, a princípio, causa um certo estranhamento no seu rodar constante, mas que vai completando nossas sensações e preenchendo expectativas que nem mesmo faziam parte de nossas suposições. A técnica envolvida para o entra e sai de carros, para a sequência de cenários, é tão complexa, mas tão bem definida e ensaiada, que faz parecer natural.

Se você ainda não viu, tem mais três dias de chance. Chegue cedo, madrugue, mas não perca esta oportunidade!

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lançamento dObras

Tuesday, October 16th, 2007

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Esta é a revista que foi lançada no 3º Colóquio de Moda e que agora será lançada em São Paulo. Nela, eu e professor Fausto Viana estaremos sempre falando de figurino. Compareçam ao lançamento da primeira ediçãõ desta revista, da Estação das Letras, da Kathia Castilho!!

Abaixo o texto do release:

A dObra[s] é uma revista de moda mas não só, acadêmica mas nem tanto. Por um lado, reúne colaboradores que, em colunas temáticas, articulam e analisam a contemporaneidade e apresentam reflexões e questionamentos provenientes do saber e fazer de cada um; por outro, dá lugar à difusão da produção acadêmica que privilegia a compreensão da dimensão cultural, social e econômica do universo da moda, território que abriga inúmeras linguagens, sentidos e articulações com áreas diversas do conhecimento. Além disso, a revista procura atrair à discussão relatos de profissionais sobre sua trajetória e processo criativo. Assim, a dObra[s] pretende contribuir para a disseminação e consolidação da cultura de moda no Brasil.

Conjugue conosco o verbo dObrar. Vamos multiplicar, tornar maior, mais completo e mais intenso este novo campo de estudos, debates e diálogos.

Mais informações, acesse: www.estacaoletras.com.br

Até lá!

Rosane Muniz

Roupas Ilustradas

Tuesday, October 16th, 2007

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O Naum, a Miko e a Alida fazem trabalhos realmente muito interessantes. Desta vez, levam as ilustrações criadas para teatro, dança, ópera e circo para as roupas. Eu estarei lá! Impredível!!!

Resumo do Colóquio de Moda em Belo Horizonte

Tuesday, October 16th, 2007

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Post enviado por Andréa Gasparini Maciel – Belo Horizonte

Não deixem de fazer comentários!

O 3º Colóquio de Moda aconteceu em Belo Horizonte, entre os dias 2 e 5 desse mês, na Faculdade de Moda CIMO - uma iniciativa de Kathia Castilho, professora de cursos de Graduação e Pós-Graduação de várias Universidades, dentre as quais Anhembi Morumbi-SP, IBModa-SP, Senac-SP e da Universidade de Vila Velha-UVV. O evento contou com a colaboração de muitos profissionais e instituições ligados à moda por algum viés, com participantes representando todos os Estados da Federação, do Amazonas ao Rio Grande do Sul.
 
O objetivo dos organizadores era proporcionar um encontro dessa diversidade formando um panorama das instituições superiores e técnicas e dos profissionais que pensam, ensinam e fazem moda no Brasil. O intuito do Colóquio não foi o de formatar e criar uma linguagem única entre os “autores desse cenário”, mas propor que referenciais teóricos em comuns mínimos possam fazer parte do currículo dessas instituições de ensino, como base para um diálogo de inter-relações entre moda, design, estilo, figurino, modelagem, ergonomia, história, comunicação, mercado (negócios) etc.

Puderam-se conferir as várias abordagens da moda nas Mesas e nos GT’s durante o período de realização do evento. Nas mesas, os destaques do primeiro dia pela manhã foram para temas como a Pesquisa Acadêmica e Indumentária, com a participação de João Braga, dentre outros, ressaltando a importância da pesquisa para os profissionais da moda em seu amplo universo.
 
A tarde prosseguiu com o tema Negócios, onde nos foi mostrada uma perspectiva sombria pelo palestrante Rui Gonçalves, professor da Cimo e da Faesa, sobre o futuro das confecções no Brasil com o crescente aumento dos mercados chineses e indianos e como isso nos afetará. Na sua visão, as indústrias têxtil e de confecções fatalmente estarão fadadas ao fracasso com a ascensão desses países. Em minha opinião, ele esqueceu que a indústria da moda não se pauta apenas pelo menor preço. Que moda desperta outros desejos que não apenas a necessidade do vestir. Tivemos também a presença de Eduardo Maciel, do Sebrae de Pernambuco, falando sobre novas aplicações para a Renda Renascença. O design como diferencial competitivo.
 
O tema Processo de Criação teve os estilistas Ronaldo Fraga e Mario Queiroz como convidados. Cada um narrou a sua maneira de desenvolver as coleções, sendo que Mario ressaltou a importância da pesquisa do tema caminhar paralelo à pesquisa dos materiais. Esta mesa contou ainda com Cláudia Marinho, professora e pesquisadora da Anhembi Morumbi, que abordou a crítica da gêneses do processo criativo, uma metodologia que possibilita estabelecer novas conexões com o repertório já conhecido do artista/designer.
 
Para o assunto Moda e Mídia estiveram presentes Eloisa Aline, do estado de Minas. Ela contou sobre a dificuldade de inserção de matérias de conteúdos substanciais de moda nos jornais de grande circulação há vinte anos atrás. Carol Garcia, como representante da revista francesa L’Officiel, nos contou da resistência, a princípio, da editoria francesa em aceitar o enquadramento das fotos e do conteúdo produzidos pelos brasileiros. Ainda disse que quando a revista se instalou no país, apenas 30% do seu conteúdo possuía matérias de jornalistas brasileiros e hoje essa porcentagem cresceu para 50%. Ainda sobre Moda e Mídia contamos com a presença de Sylvia Demetresco e Huguete Meier, essa última, dona e editora da Revista Inspiracion. Sua revista é sobre vitrines do mundo inteiro e na sua observação, as vitrines brasileiras são muito criativas, porém a execução às vezes deixa a desejar. Na sua avaliação há excelentes vitrines no Japão, EUA e Canadá, seguida pela Inglaterra, França e Itália. O que ela procura para publicar na sua revista? Coisas diferentes, inusitadas.
 
No último dia tivemos pela manhã o tema Design de Moda. Dois universos distintos que se inter-relacionam. A Moda foi abordada não só voltada ao vestuário, mas a vários objetos do nosso cotidiano, dentre eles, os móveis como roupa por Winnie Bastian. Para Débora Christo, do Senai Cetiqt-RJ, o diálogo entre moda e design flui naturalmente como todo processo, quer seja industrial ou artesanal, no qual são respeitados os desejos e necessidades do consumidor final ou em que se antecipa esses desejos.
 
A última mesa do último dia e nem por isso a menos interessante foi Modelagem e Ergonomia. Enfatizou-se a importância da ergonomia estar presente desde a concepção inicial do projeto. Questionou-se também o que é conforto para a ergonomia e como a ergonomia preventiva pode evitar danos e desperdícios dentro da indústria. Em relação ao ensino da modelagem, duas metodologias diferentes foram apresentadas: uma utilizando o entendimento do aluno sobre matemática e outra através da moulage. Uma pesquisa de extrema importância também foi mostrada no sentido de como desenvolver modelagem para pessoas portadoras de necessidades especiais e desse modo proporcionar a inclusão social desses indivíduos. Esta mesa contou com Oneide Almeida de Carvalho - Moura Lacerda, Flávia Zimmerle - FBV, Patrícia de Mello e Souza - UEL e Suzana Barreto Martins - Anhembi Morumbi. 
 
As exposições orais e os GT’s foram inúmeros. Seus temas versaram sobre Moda, Identidade e Cultura das Aparências, Desenvolvimento Estratégico do Produto, Design de Moda, História e Produção dos Discursos da Moda, Moda Processo de Criação e Produção de Subjetividades, Moda Corpo e Consumo e Marketing e Moda.
 
Houve também o lançamento da revista dObras, da Estação das Letras e Cores, editora de Kathia Castilho. Esta publicação chega para suprir o espaço deixado pela Fashion Theory, que não mais publicará o conteúdo dos artigos brasileiros.
 
Autografaram seus livros por lá Ana Claudia de Oliveira, com “Semiótica Plástica” e Maria Claudia Bonadio, com “Moda e Sociabilidade - Mulheres e Consumo na São Paulo dos anos 1920”.
 
Espero ter contribuído com esse curto resumo.

O Théâtre du Soleil na passarela do samba

Saturday, October 13th, 2007

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Post enviado por Marizilda Carvalho, professora do Senac especializada na área de administração hoteleira e eventos,  pesquisadora da indumentária e cenografia do carnaval.

Depois de assistir ao ensaio do grupo anteontem, me aventuro a analisar e comparar a cenografia do Théâtre du Soleil com a cenografia das escolas de samba brasileiras e seus carros alegóricos e enredos.

O espetáculo que o grupo, dirigido por Ariane Mnouchkine, apresenta é o Les Éphémères (Os Efêmeros), que estreou no final de 2006 em Paris e segue em turnê mundial. Na apresentação, dividida em duas partes (cada uma delas com um breve intervalo), são retratadas cenas cotidianas da vida, além de dramas e aspirações de pessoas comuns.

O espaço de representação da trupe me remeteu ao da passarela do samba, chamada de Sambódromo, onde o público interage com os atores ou com os sambistas, posicionados como nas arquibancadas, em ambos os lados do teatro.

As comparações vão mais além: como quando o cenário teatral de Les Éphémères entra por um dos lados do espaço teatral e vai, ao longo da apresentação, colaborando com a interpretação dos atores no espaço cênico - como acontece com os carros alegóricos que deslizam pela avenida, contribuindo com a representação plástica do enredo que será contado durante sua trajetória no sambódromo.

Os próprios atores empurram pequenos tablados com rodas, palcos móveis giratórios, que trazem sobre eles a cenografia e os atores, onde o espectador pode observar os mínimos detalhes, que, aliás, são inúmeros, dos objetos de cena ao sentimento dos atores.

No carnaval, os carros alegóricos são empurrados ao longo da passarela por componentes da comunidade chamados de Marmiteiros, que participam não como atores de cena, mas como técnicos na evolução da escola.

No desenvolvimento da montagem do enredo de uma escola de samba, a história é dividida em alas. Assim, o carnavalesco poderá usar quantas alas sentir necessárias, para ter uma boa compreensão do enredo e para que o público entenda melhor e interaja com o desenrolar do tema proposto.

Já no teatro esta divisão é chamada de atos, que, em Les Éphémères, aparecem em suas várias histórias, que se entrelaçam ou não, contadas num único fôlego ou mesmo fragmentadas.

Vamos aguardar para ver se em um próximo carnaval o tema-enredo de uma escola brasileira não prestará uma homenagem aos atores e à direção do grupo Théâtre du Soleil.

Primeiro encontro OISTAT Br

Tuesday, October 9th, 2007

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Acontece na semana que vem, em Curitiba, o primeiro encontro do centro brasileiro da Organização Internacional de Cenógrafos, Técnicos e Arquitetos de Teatro (OISTATBr).

A programação será intensa. Desde a apresentação da Associação Brasileira de Iluminação Cênica (ABrIC) como representante da organização - uma empreitada que conseguiu em parceria com o grupo Cenografia Brasil - estão programadas:

Palestras sobre a Quadrienal de Praga (Mostra Nacional, Mostra de Arquitetura, Mostra das Escolas e Scenofest), o Centro OISTAT e seus Grupos de Ttrabalho;

Seminário sobre arquitetura teatral;

Oficinas técnicas sobre iluminação cênica;

Wworkshops de cenografia, caracterização e figurino, iluminação, sonoplastia, direção de palco;

Profissionais de vários estados estarão presentes, professores e pesquisadores, alunos etc. O evento é gratuito e acontecerá no Teatro Novelas Curitibanas, na Rua Carlos Cavalcanti, 1222 - Centro. Este projeto acontece por uma parceria da Fundação Cultural de Curitiba, Núcleo Paraná da Associação Brasileira de Iluminação Cênica - OISTATBr e do grupo Cenografia Brasil.

A programação:

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Exposição de Figurinos (SP)

Saturday, October 6th, 2007

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Começa hoje no Espaço Cultural da Caixa Econômica (na Praça da Sé, 111, em São Paulo) a exposição “Infância e Fantasias” com figurinos da TV Cultura. Programa imperdível para esta semana das crianças, apesar da mostra permanecer até 09 de dezembro!!!

Conferências do Soleil no Sesc

Saturday, October 6th, 2007

Quem estiver interessado em participar dos eventos paralelos do Théâtre du Soleil em São Paulo, deve ficar atento! As inscrições para as conferências com a diretora Ariane Mnouschkine e para o workshop de Jean-Jacques Lemêtre, diretor musical do grupo e autor da trilha do espetáculo Les Ephémères, estão abertas e as vagas são poucas!

Colóquio de Moda

Friday, October 5th, 2007

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Vai até hoje, em Belo Horizonte, o 3º Colóquio de Moda. Espaço ótimo pra reflexão e discussão não só da produção acadêmica, mas oportunidade de encontro dos pesquisadores e professores da área.

Mas o que isso tem a ver com teatro? Ops! Voltamos à clássica discussão de se é a moda que influencia o teatro ou o teatro que influencia a moda… Na revista dObras, que será lançada no próximo dia 19 na Livraria da Vila Lorena (depois coloco aqui o convite), assino uma coluna sobre figurino junto com Fausto Viana e o primeiro artigo chama “Muito além de teatro e moda”. Não deixem de ler. Aliás, não deixem de ler a revista inteira!! Há artigos ótimos como a história dos sapatos como forma de distinção social, do João Braga e o de Sylvia Demestresco que traz um pouco do que foi o Parcours de Saint-Germain-des-Près e a criativa vitrine com um sapato de chocolate branco!!! Só pra citar dois!! E sapatos!!!

Bom, neste colóquio estão participando várias comunicações que parecem muito interessantes. Depois vou buscar resumos para ler:

  • Maria Paulina Anna Antônia van de Wiel de Barros com “A construção de uma linguagem indumentária ornamental, ritual e mágica: a pintura corporal dos índios Karajá”,
  • Regina Moura com “Reinvenção da fantasia: Aspectos do figurino na chanchada”,
  • Luzanira Carvalho de Oliveira com “Projeto Figurinar: uma opção de mercado para o designer de moda”,
  • o trabalho do meu amigo de mestrado Lucas Albergaria de Magalhães e Andréa Gasparini Maciel com “Em busca da brasilidade nos trabalhos de Sônia Delaunay”,
  • Agda Regina de Carvalho e Ernesto G. Boccara com “Ballet Triádico da Bauhaus: o percurso de uma reconstituição”,
  • Elisa Fajolli Navarro e Solange Wajnman com “Configurações culturais e figurino da telenovela O Clone“, 
  • Marília Vieira Soares e Maria Alice Ximenes com “Uma análise sobre a influência das bailarinas na moda: intersecções”,
  • minha querida Adriana Vaz Ramos com “o ‘Deixar-viger’ do design de aparência de atores em Maria Antonieta, de Sofia Coppola”,
  • Ana Mery Sehbe De Carli com “o corpo no cinema: variações do feminino”

 Só pra citar alguns trabalhos que possuem relação com o figurino… Pena que eu estava enrolada com a ida para a Quadrienal de Praga no período de incrição das comunicações, mas em 2008 marcarei presença por lá… Enquanto isso, vou ver se alguém que participou se habilita a escrever um pouco do que foi por aqui.